Em primeira análise, vale ressaltar que a invisibilidade do problema em meio a população, sobretudo, é um fator determinante para a propagação dessa problemática. Segundo a OMS, mais de 11 milhões de brasileiros vivem com depressão, porém esse problema não é amplamente discutido, uma vez que há poucas propagandas midiáticos e poucos debates públicos com esse tema, isso se deve ao desconhecimento da população acerca dos impactos reais que uma doença mental pode causar no indivíduo. Seguindo essa linha, essa ignorância é resultado de um currículo educacional que não aborda a preservação da saúde mental dos estudantes, por conseguinte esse assunto é tratado no imaginário popular de maneira descuidada, o que gera agravamentos nos casos pré-existentes e possibilita o surgimento de novos, tornando a nação mais depressiva e ansiosa.
Outrossim, é a negligência estatal com relação ao tratamento de doenças mentais na sociedade brasileira, de acordo com Drauzio Varella, escritor e médico, o SUS é uma "revolução" que pode salvar o Brasil dos maiores problemas da saúde pública. No entanto, apesar do SUS ser uma instituição com ampla assistência, os casos de transtornos mentais não são tratados na organização. Fato esse proveniente da falta de políticas públicas, como investimentos e ampliação do sistema para esfera mental, por isso uma grande parcela da população, que não possui saldo para pagar um setor privado, opita por não procurar ajuda especializada, o que a longo prazo resulta em um aumento nos números relacionados a transtornos mentais.
Dessarte, os estigmas aos problemas mentais é um problema de despreparo do currículo educacional e falta de tratamentos na esfera pública. Portanto, cabe ao Ministério da Educação, junto com o Ministério da Saúde - principais agentes responsáveis por ensino educacional e ampliação da saúde pública - criar matérias e setores especializados que abordem o tema da saúde mental, por meio de amplos investimentos, a fim de alcançar um sociedade que não tenha problemas com transtornos mentais.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais erros: Norma: concordância verbal em
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