Em primeiro plano, é notório que a discriminação contribui significativamente para a manutenção desse cenário. Segundo o sociólogo francês Pierre Bourdieu, as estruturas sociais tendem a perpetuar desigualdades, o que se reflete nesse contexto. No caso brasileiro, a falta de políticas públicas voltadas à educação é um fator crucial para a perpetuação da intolerância religiosa, que se manifesta de forma agravante contra religiões de matriz africana. Além disso, a ausência de debate crítico sobre o tema contribui para a invisibilidade perante a sociedade.
Ademais, os conflitos ideológicos também se mostram como um agravante dessa realidade. Com a crescente influência cultural, alguns indivíduos muitas vezes sofrem preconceito por suas crenças diferentes, o que causa desavenças. A filósofa Hannah Arendt já alertava sobre os perigos da normalização e da apatia social, o que se aplica ao cenário atual. Assim, a falta de incentivos políticos agrava a situação ao permitir a hostilidade, tornando o problema ainda maior.
Torna-se evidente, portanto, que a questão da intolerância religiosa no Brasil necessita de ações efetivas para ser resolvida. Para isso, é necessário que o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, elabore políticas públicas que visem combater esse racismo religioso, pois, como já dizia Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. Além disso, é fundamental que a mídia e as instituições educacionais promovam campanhas de conscientização, a fim de mitigar essas desavenças.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros observados: 1) Norma padrão: vírgulas e conectores em excesso ou inadequados (ex.: “em que as fronteiras ... se tornam” funciona, mas há trechos com pausas forçadas). 2) Coerência/coesão: transições entre ideias nem sempre claras; reforçar ligações entre causas, efeitos e propostas (ex.: conectar discriminação com políticas públicas). 3) Argumentação: uso de autores sem contextualização ou fonte precisa (Bourdieu, Arendt, Mandela) — evitar citações soltas sem relação com o argumento central. 4) Proposta de intervenção: presente, mas poderia detalhar metas, prazo, orçamento e avaliação. Sugestões: “Governo Federal, via MEC, implantar políticas de educação intercultural até 2027, com metas X, Y; ações de mídia 6 meses; avaliação anual.” Trecho reescrito (exemplos): “Em vez de apenas ‘educação é arma’, desenvolver programa de educação cívica e formação de professores para detectar preconceitos.”
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