Diante disso, o preconceito que envolve a cultura indígena ocorre dês de 1500, com a chegada dos portugueses ao litoral brasileiro, estes que viam os habitantes locais como "selvagens" e "sem cultura" como descrito em diversos textos do informante Pero Vaz de Caminhas. Dessa forma, essas ideias se estenderam por muitos anos, e apenas há pouco tempo esses estigmas começaram a ser combatidos. Contudo, muitos ainda perpetuam, e são compartilhados nos meios digitais, que muitas vezes buscam descredibilizar a cultura tradicional, para diversos fins, seja odioso ou financeiro.
Ademais, a pouca divulgação sobre os costumes, histórias, entre outras características dessas pessoas, influência diretamente no conhecimento histórico do país o qual se vive, assim promovendo a desvalorização destas comunidades que aqui habitam. Dessa maneira, muitas pessoas por não terem conhecimento sobre o tema acabam presumindo informações, muitas vezes deturpadas. Um estudo realizado por pesquisadores da USP, Universidade de São Paulo, mostra que apenas 0,84% da população tem um conhecimento aprofundado sobre a cultura indígena, e os outros porcentos não apresentam conhecimento ou apresentam com alguma espécie de deturpação.
Portanto, para mitigar os efeitos da desvalorização e necessário que o Ministério dos Povos Originários e da educação se juntem para promover a valorização das comunidades originárias , por meio da implementação de leis referentes ao enaltecimento e preservação das culturas e territórios, campanhas para a divulgação das mais diversas tradições, e a implementação de estudos e literatura visando divulgar e promover o conhecimento das histórias mais diversas e antigas do Brasil, assim como descrito na citação de Edson Krenak.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros gramaticais/ortográficos (p. ex.: “está e uma obra” → “é uma obra”; “dês” → “desde”; “ministério dos Povos Originários” com grafia excessiva) prejudicam a norma-padrão. Falta coesão em frases longas e uso inadequado de aspas/nomes próprios (ex.: Caminhas). Sugestão: revisar concordância, pontuação e grafias; dividir ideias em períodos mais curtos; checar nomes históricos. Intervenção pode ficar mais específica: indicar metas, responsáveis e prazos; ex.: “Ministério da Educação e Conselho Indígena promovam ações X, Y, Z até 2027 para valorizar culturas tradicionais”.
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