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Por natalya
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Na obra “Curso de Direito Constitucional”, Bernardo Gonçalves Fernandes - Pós-doutor em direito – ressalta a necessidade de que os direitos constitucionais atinjam à todos, bem como aqueles cuja a religiosidade é ameaçada diariamente. Nesse prisma, a liberdade religiosa é erroneamente oprimida no parâmetro hodierno. Logo, é de suma importância que o Estado proporcione medidas para combater a intolerância religiosa no Brasil, uma vez que os caminhos para a melhoria são interditados pela lacuna educacional no sistema atual e a influência do período colonial que, até a atualidade, transforma a fé em ódio.
Em primeiro lugar, é notável que a falha na educação contribui para a perpetuação da questão. No decorrer de “A Cidade do Sol” é idealizada uma sociedade sem conflitos, onde tudo está no seu eixo, e o cenário só é permitido por um único fator: a educação. Sob essa ótica, com um sistema educacional estruturado, o surgimento de meios para o respeito religioso será finalmente possível. A intervenção estatal mostra-se urgente, com o Ministério da Educação (MEC) instaurando novas políticas para a progressão social.
Em segundo lugar, a interferência do regime real reforça a complexidade da problemática, tal interferência que também é nutrida pela má estrutura no ensino histórico. Nas nuances da história nacional, é imprescindível apontar o Brasil-colônia como período que determinou grande parte do âmbito atual tendo os jesuítas – estes eram os responsáveis pela catequização dos povos originários – como figuras que associavam religiões de matriz africana e indígena como “demoníacas”, e determinando um futuro opressor com a expansão do pensamento dito. Essa influência pode gerar questões psicológicas à população que sofre a violência religiosa, e reforça a necessidade interventiva do Governo para o bem-estar da população.
Portanto, a busca pelos caminhos que direcionam ao direito igualitário se tornou um desafio multifacetado, intensificado pela falha escolar e história nacional. A fim de atenuar seus impactos, por meio do estabelecimento de práticas e leis funcionais à todos, projetos de conscientização em escolas e a alteração do modo de ensino sobre a história brasileira, se fazem peças cruciais no plano de desenvolvimento, tais medidas que cabem ao MEC – setor responsável por garantir educação de qualidade à todos – promover e fundar, para a melhora da cidadania. Assim, atingindo o público alvo da campanha, que está em período de aprendizado e formação da opinião crítica, ajustando como os caminhos para a tolerância podem ser possíveis e reais, então, a realização do ideal de Bernardo G. Fernandes irá tornar-se real.
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    Principais erros: repetição de estruturas, erros gramaticais (ex.: “atingjam à todos” → “atingirem a todos”; “cuja a religiosidade” → “cuja religiosidade”; uso de termos estranhos como “parâmetro hodierno”). Sugestões: revisar concordância e regência, evitar pleonasmos, enriquecer vocabulário. Melhorias: reescrever: “a liberdade religiosa é violada nos dias atuais; o MEC deve implementar políticas educacionais voltadas à tolerância religiosa”; ampliar a intervenção com agente, ação, meio e finalidade bem detalhados (ex.: MEC institui programa de educação em diversidade religiosa nas escolas públicas, com metas de 3 anos, para reduzir preconceitos).

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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