Em primeiro lugar, é notável que a falha na educação contribui para a perpetuação da questão. No decorrer de “A Cidade do Sol” é idealizada uma sociedade sem conflitos, onde tudo está no seu eixo, e o cenário só é permitido por um único fator: a educação. Sob essa ótica, com um sistema educacional estruturado, o surgimento de meios para o respeito religioso será finalmente possível. A intervenção estatal mostra-se urgente, com o Ministério da Educação (MEC) instaurando novas políticas para a progressão social.
Em segundo lugar, a interferência do regime real reforça a complexidade da problemática, tal interferência que também é nutrida pela má estrutura no ensino histórico. Nas nuances da história nacional, é imprescindível apontar o Brasil-colônia como período que determinou grande parte do âmbito atual tendo os jesuítas – estes eram os responsáveis pela catequização dos povos originários – como figuras que associavam religiões de matriz africana e indígena como “demoníacas”, e determinando um futuro opressor com a expansão do pensamento dito. Essa influência pode gerar questões psicológicas à população que sofre a violência religiosa, e reforça a necessidade interventiva do Governo para o bem-estar da população.
Portanto, a busca pelos caminhos que direcionam ao direito igualitário se tornou um desafio multifacetado, intensificado pela falha escolar e história nacional. A fim de atenuar seus impactos, por meio do estabelecimento de práticas e leis funcionais à todos, projetos de conscientização em escolas e a alteração do modo de ensino sobre a história brasileira, se fazem peças cruciais no plano de desenvolvimento, tais medidas que cabem ao MEC – setor responsável por garantir educação de qualidade à todos – promover e fundar, para a melhora da cidadania. Assim, atingindo o público alvo da campanha, que está em período de aprendizado e formação da opinião crítica, ajustando como os caminhos para a tolerância podem ser possíveis e reais, então, a realização do ideal de Bernardo G. Fernandes irá tornar-se real.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: repetição de estruturas, erros gramaticais (ex.: “atingjam à todos” → “atingirem a todos”; “cuja a religiosidade” → “cuja religiosidade”; uso de termos estranhos como “parâmetro hodierno”). Sugestões: revisar concordância e regência, evitar pleonasmos, enriquecer vocabulário. Melhorias: reescrever: “a liberdade religiosa é violada nos dias atuais; o MEC deve implementar políticas educacionais voltadas à tolerância religiosa”; ampliar a intervenção com agente, ação, meio e finalidade bem detalhados (ex.: MEC institui programa de educação em diversidade religiosa nas escolas públicas, com metas de 3 anos, para reduzir preconceitos).
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