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Por aray
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A violência no Brasil há muito é um tópico proeminente em matérias jornalísticas, pesquisas, investigações nacionais e internacionais, entre outros. O medo instaura-se diariamente na população, torna-se mais alarmante e inseguro sair de casa, pois o perigo está em todos os lugares. Entretanto, não há uma ação concreta do Estado que vá até as raízes deste problema, nem a criação de políticas que combatam assertivamente a onda de crimes. A violência é multifatorial, sendo alguns deles: questões raciais, sociais, falta de recursos básicos para sobrevivência, repressão policial, entre outros. Este último elemento consiste na violência sendo reprimida com mais violência, especialmente em periferias, onde a maioria dos habitantes são negros e pardos.
É imprescindível entender que a polícia foi criada exclusivamente para proteger a elite e, consequentemente os seus bens. Desde a colonização eram usados brutalidade e abusos de autoridade a indígenas e escravizados. Posteriormente, com a abolição da escravidão, isto persistiu, pois a polícia ainda perseguia e maltratava os negros libertos. Ainda constantemente marginalizados, não houve a inserção dos mesmos na sociedade, tampouco dada moradia a eles, resultando na criação de comunidades invisíveis socialmente. Com o passar do tempo, a periferia foi cada vez mais esquecida pelos governantes, levando precariedade na educação, moradia, saúde, lazer, cultura e emprego — a falta de oportunidade e perspectiva gera até hoje uma porta de entrada para o crime, criando a ilusão de que "prosperar é cometer crimes". A polícia, por sua vez, tratando-se de pessoas periféricas e não-brancas, responde com força excessiva, tendo como exemplo os casos do massacre do Carandiru, em São Paulo, e a luta contra a tortura nos cárceres, no Rio de Janeiro, originando as facções "PCC" (Primeiro Comando da Capital) e "CV" (Comando Vermelho). Vale ressaltar que o sistema carcerário é precarizado e desestruturado, contribuindo diretamente para a violência.
Apesar de uma grande parcela de policiais deterem histórico de corrupção e milícias, há também desvalorização por parte do Estado, criando uma perspectiva de marionetes, onde policiais e criminosos são incitados a lutar um contra o outro, ocasionando tanto no crescimento do próprio crime organizado, quanto mortes de ambos os lados. Em outubro de 2025, no Rio de Janeiro, ocorreu a chamada "mega-operação" da polícia militar contra o tráfico de drogas nas comunidades da Penha e Complexo do Alemão. O que gerou mais de 130 mortos, entre eles trabalhadores inocentes, ônibus e metrôs inoperantes, e caos na cidade inteira, prejudicando todos os civis. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro(PL), comemorou o resultado desta operação, entretanto, nenhum chefe de facção foi apreendido, tal qual os poucos entorpecentes e armas coletados. O tráfico não foi erradicado, o suposto objetivo não foi concluído senão a chacina, que superou os números do Carandiru. Este cenário é de interesse de uma cúpula envolvendo políticos e empresários. São eles os verdadeiros comandantes e chefes do crime organizado — seu intuito é mascarar a verdade derramando sangue negro, em um local vulnerável e alvo de preconceito. Compreende-se então que a polícia é o reflexo do sistema que a controla: opressora, fascista, racista e corrupta.
De acordo com Isaac Asimov, escritor russo, "A violência é o último refúgio do incompetente.". Esta frase reforça a urgência da criação de políticas públicas que dêem a esperança da segurança e qualidade de vida aos brasileiros. Logo, cabe ao Governo Federal, Prefeituras, MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) e MEC (Ministério da Educação) promoverem leis que viabilizem saneamento básico, lazer, hospitais, moradia e emprego para as comunidades; intensificação das penas, desmilitarização da polícia, também como treinamentos de defesa, e não de guerra; habilitação de câmeras de vídeo nas fardas; palestras didáticas em comunidades, escolas e presídios (principalmente de adolescentes em medidas socioeducativas), levando a importância da ressocialização e da educação, entre outros. A vida é um direito e é dever do Estado assegurar que todos possam tê-lo, independente de raça, classe social ou religião.
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    Principais problemas: (C1) erros de norma e repetição de causalidade/expressões abusivas como “é um tópico proeminente” e “Este último elemento consiste na violência sendo reprimida”; corrigições: simplificar para “A violência no Brasil é um tema histórico”; revisar concordâncias e pontuação, evitar vícios de regência. (C2) a estrutura dissertativa está presente, mas alguns trechos desviam do tema; mantenha introdução, desenvolvimento claro e conclusão com propostas. (C3) utilize dados ou exemplos mais precisos e citados; evite afirmações absolutas sem evidência. (C4) conectivos podem ser mais variados e coesivos; use, por exemplo: ademais, contudo, contudo, por conseguinte, em síntese. (C5) a intervenção aparece com agentes e ações diversas; recomende uma versão com: agente específico (Governo), ação (desmilitarização), meio (lei/constituição), finalidade (reduzir violência e assegurar direitos). Ex.: Governo federal propõe lei para desmilitarização gradual da polícia visando reduzir mortes e ampliar direitos humanos, com monitoramento por câmeras, educação e políticas públicas de base.}

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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