Em primeiro lugar, precisa-se considerar a ineficiência da prática de políticas de cidadania, uma vez que, a parcela da população sem registro civil não têm acesso à mesma. Dessa forma, é reduzida drasticamente a taxa de escolaridade destas pessoas, assim como, sua inserção no mercado de trabalho, já que ambos necessitam desta documentação. De acordo com Paulo Freire, se a educação não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda, pois é através dela que o cidadão tem acesso à uma vida digna. Entretanto, para se ter acesso à educação é primordial que a pessoa exista oficialmente, porém sem acesso ao seu registro civil, acaba sendo excluída.
Ainda nessa linha de raciocínio, a vida social dessa parte da população é gravemente prejudicada, sem acesso, por exemplo, a democracia. Além disso, é isenta de exercer seu dever de eleitor, sem, ao menos, participar das eleições e escolher seu candidato, tendo seu direito à política negado. Conforme a filósofa brasileira Djamila Ribeiro, é preciso tirar uma situação da invisibilidade para ser solucionada, consequentemente, problemas como o acesso à educação e à cidadania serão mitigados, uma vez que o indivíduo terá documentos podendo, assim, usufruir de todos os seus direitos assegurados na Constituição Federal.
Em suma, sendo assim, é indiscutível que pessoas sem registro civil continuem invisibilizadas. Portanto, é responsabilidade do Governo Federal em parceria com o Ministério da Cidadania, implementar políticas públicas, por meio de visitas domiciliares fazendo a busca ativa destas pessoas sem documentação, com efeito de garantir que sejam reconhecidas como cidadãos brasileiros pertencentes à uma nação. Esta ação pode, ainda, trazer esperança em relação à perspectiva destes indivíduos a respeito do seu futuro: um futuro com mais dignidade e menos dificuldade.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros recorrentes: Norma padrão (Comp.1) com pontuação, concordância e regência inadequadas (ex.: “não têm acesso à mesma”; “por meio de visitas domiciliares fazendo a busca ativa dessas pessoas”); organização de ideias confusa em alguns trechos (Comp.2/3). Sugestões: revise a norma: “não têm”/“não lhes é possível…”, conectivos para progressão (além disso, entretanto, portanto). Melhorar a intervenção: indicar agentes específicos, ações, meios (recursos) e finalidade de forma clara, e evitar redundâncias. Ex.: Proposta de intervenção: Governo Federal e Ministério da Cidadania devem realizar visitas domiciliares de diagnóstico, registrar pessoas sem registro, fornecer documentação básica, com finalidade de universalizar cidadania e educação.
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