Em primeiro caso, a falta de visibilidade desse transtorno depressivo cria um preconceito social no qual indivíduos que sofrem desse abatimento intenso é preguiçoso ou desleixado por não conseguir fazer tarefas básicas do cotidiano. Nesse contexto, a música da cantora Billie Eilish junto com o cantor Labirinth "I never feel so alone" faz analogia a quem vive em estado depressivo, que sente uma imensa solidão com um grande abalo emocional. Com isso, parte da sociedade que sofre dessa doença que não tem cura é silenciada no seu convívio social por não ter capacidade de se ver fora da sua mente.
Segundamente, a romantização desse transtorno ocasiona a falta de recursos para combater esse estigma , que é um impecilio social que afeta grande parcela da população. Em óptica disso, um exemplo da ausência de contribuições para impelir auxílio de assistência psicológica está nas mídias digitais, que romantiza de forma exagerada a melancólica avançada, como se fosse apenas um traço de personalidade que não deve ser tratado. Em vista disso, as pessoas que utilizam exageradamente as redes sociais tem uma visão excassa do que é essa inércia emocional, provocando falta de acesso psicólogo para o autocuidado.
Em suma desses fatores, concluímos que a invisibilidade da depressão e sua romantização é uma questão de falta de acessibilidade de conhecimento sobre o assunto. Portanto para esse problema ser mitigado, cabe ao Ministério da educação- orgão responsável pela construção do aprendizado brasileiro sobre diversos setores- formular métodos acadêmicos que facilite aceder as informações socias sobre esse transtorno, como palestras dinâmicas e artísticos que chamem atenção nas unidades escolares, eventos que forneça esse cenário de forma realista para as pessoas se conscientizarem, e se aliando com o Ministério da saúde para fornecer ajuda psicólogica para aqueles que precisam. Sendo assim, a sociedade vai ser democrática propondo a todos direito a voz independente das suas capacidades mentais e emocionais.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros notórios: 1) Norma padrão: nomes (Franz Kafka), grafias (latergia, combaté-lo, óptica), acentuação e pontuação inadequadas prejudicando a leitura; 2) Tema e forma: há introdução, desenvolvimento e conclusão, mas inconsistência de tese e falhas de exatidão (Kafka, depressão não é “estado depressivo” único). Sugestão: revisar dados e manter coesão lógica; 3) Organização de ideias: conectores inconsistentes (Segundamente, Ademais) e encadeamento falho entre parágrafos; usar conectivos mais naturais (além disso, portanto, entretanto). 4) Coerência: exemplos isolados sem ligações claras; alinhar evidências ao argumento central. 5) Proposta de intervenção: contém agentes, ação, meio e finalidade, mas pode detalhar metas mensuráveis (ex.: duração das palestras, indicadores de acesso a psicólogos) e respeitar direitos humanos com linguagem inclusiva.
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