Diante desse cenário, podemos afirmar que um dos principais impulsos para a expansão do jogo de apostas esportivas no Brasil é a desigualdade social. O filme “Vidas Secas” retrata a dura vivência de uma família pobre, que muitas vezes não consegue comer direito pela falta de dinheiro. No Brasil, essa é a realidade de boa parte da população, já que o aumento dos índices de pobreza e de miséria aumentaram em cerca de 30%, segundo o IBGE. Isso faz muitas pessoas recorrerem a essas plataformas de aposta com a esperança de que irão melhorar suas vidas, e movidas pela desesperança, passam a apostar com mais frequência e com valores cada vez maiores, acarretando assim não só em perdas financeiras, mas também mentais, com o desenvolvimento de vícios e transtornos depressivos.
Para além desse contexto, também podemos culpar os meios de comunicação como principais agentes para o problema. As plataformas de apostas esportivas como a Blaze utilizam de anúncios em redes sociais e canais de televisão para chamarem a atenção desse público vulnerável, prometendo uma riqueza rápida e impossível de se alcançar. Além disso, influenciadores digitais como a Virgínia Fonseca, que recebia grandes quantias para divulgar esses jogos, foi recentemente desmentida após a porcentagem do dinheiro perdido por seus seguidores, que eram enganados com a falsa promessa de melhoria financeira. Essas mídias, voltadas para o público jovem e inexperiente, acabam por desenvolver vícios e, consequentemente, o desequilíbrio da mente, que perde o controle cada vez mais.
Portanto, se faz necessário que o Estado, por meio do Poder Legislativo, invista em campanhas de esclarecimento para que sejam proibidas todas as plataformas de apostas ilegais, e que o Poder Judiciário crie projetos sociais que auxiliem esses usuários viciados para se reabilitarem. Desse modo, podemos transformar a sociedade para que ninguém mais caia nesses golpes.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros recorrentes de norma: “se fazem necessárias abordarmos” (corrigir: “se faz necessário abordar”), “aumento dos índices… aumentaram” (concordância verbal), uso inadequado de “utilizam de” (corrigir para “utilizam” ou “fazem uso de”). Coerência: conectores ausentes em alguns trechos; reescrever para manter progressão. Proposta de intervenção presente: agentes e ações, mas detalhar finalidade, meios e impacto. Sugestão: iniciar com defesa do tema, segurar conectivos (além de “para além”), e apresentar intervenção clara: Estado (agentes), proibição/regularização, campanhas, programas de reabilitação (finalidade) com metas mensuráveis.
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