A princípio, é fulcral mencionar que a Inoperância Estatal é um dos principais motivadores que contribuem para a desvalorização do meio ambiente. Sob esse viés, consoante as idéias de Thomas Hobbes, ele relata que o estado tem o dever de proporcionar meios que garantem o progresso do corpo social. Com efeito, não percebe-se tal realidade na prática, haja vista que a incapacidade do Estado em não cumprir suas responsabilidades gera insatisfações para a sociedade, como por exemplo a redução de biodiversidade, inundações e deslizamentos. Por conseguinte, observa-se uma grande vulnerabilidade e perda de proteção ambiental na comunidade. Assim, é inaceitável não propor decisões coerentes e seguras para um planeta e um futuro melhor.
Outrossim, vale ressaltar que a ausência de campanhas de conscientização é um dos principais fatores que acarretam negativamente para a degradação ambiental. Sob essa ótica, à luz da teoria de Platão, "a falta de conhecimento é a raiz de todos os males", significa que a desinformação é fonte de muitos problemas na vida humana. Diante disso, nota-se zero cuidado e proteção, não garantindo um meio ambiente saudável, a exemplo de poluição generalizada, que impacta diretamente na vida humana e terrestre. Em consequência disso, obtém-se uma sociedade desorganizada, e perdendo ecossistemas essenciais. Dessa maneira, é inadmissível não garantir recursos eficazes para a proteção do meio ambiente.
Desse modo, são vários fatores que impactam negativamente nessa problemática e faz-se mister medidas para solucionar o revés. Logo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável por formular e implementar políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente, elabora mecanismos de combate ao problema, isso deve ser feito por meio da mídia, com o objetivo de valorizar a qualidade ambiental. Somado a isso, cabe ao Poder Legislativo, por intermédio da Câmara, com o intuito que haja uma valorização do próprio Estado. Portanto, espera-se com isso que haja uma valorização das questões ambientais, tal como prevê a Constituição federal.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros comuns: coerência verbal e alguns desvios gramaticais (ex.: “desvalorização … têm sido” → deveria “tem”; uso de “idéias” mais arcaico; “à luz de Platão” seguido de citação direta sem formatação adequada). Sugestão: revise a concordância, troque termos arcaicos por forma moderna, e evite repetições desnecessárias. Exemplos: “No art. 225 … afirma que todos têm”; “desvalorização ambiental”; “à luz das ideias de Hobbes” (sem aspas desnecessárias). Coesão: conectivos mais precisos ajudam: “Além disso”, “porém”, “em conclusão”. Proposta de intervenção: apresente claramente o agente, ação, meio e finalidade em uma única frase cada. Ex.: Agente: Ministério do Meio Ambiente; Ação: elaborar políticas públicas integradas; Meio: parcerias com mídia educativa; Finalidade: reduzir a degradação ambiental. Reescrita de exemplo (parágrafo final): “Cabe ao Ministério do Meio Ambiente (agente) estabelecer políticas públicas (ação) em parceria com veículos de comunicação (meio) para promover a valorização do meio ambiente (finalidade).”
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