O desenvolvimento sustentável é um dos maiores desafios contemporâneos, exigindo um equilíbrio delicado entre economia, sociedade e meio ambiente. Tradicionalmente, o crescimento econômico tem andado lado a lado com a desigualdade social e a degradação ambiental, revelando a insustentabilidade do modelo vigente. Nesse contexto, o consumo consciente surge como uma ferramenta crucial para reverter essa lógica e construir um futuro mais justo.
A busca por riqueza material ilimitada em um planeta de recursos finitos é uma equação falida. O modelo de produção e consumo vigente não apenas esgota os recursos naturais, mas também aprofunda o abismo social, pois os frutos do crescimento raramente são distribuídos de forma equitativa. A prosperidade de uma minoria frequentemente se sustenta na exploração do trabalho e na exclusão da maioria.
Diante disso, o consumo deixa de ser um ato passivo e transforma-se em um poderoso instrumento de mudança. Ao optar por produtos de empresas com práticas éticas e sustentáveis, o cidadão vira um agente político, premiando condutas responsáveis e pressionando todo o mercado a se adaptar. Esse novo comportamento questiona a cultura do descartável e valoriza a qualidade sobre a quantidade, realinhando a economia aos limites do planeta.
Para que essa transição seja viável, é necessária uma ação em conjunto. O Estado deve criar leis e incentivos que favoreçam a economia verde e a educação ambiental. As empresas precisam incorporar a sustentabilidade em seu núcleo, assegurando fair trade e produção limpa. E a sociedade, bem informada, deve exercer seu poder de escolha de forma crítica.
Em suma, o consumo consciente é a alavanca para um novo paradigma. Ao redefinir o que e como consumimos, podemos dissociar o progresso econômico da desigualdade e da destruição ambiental, pavimentando o caminho para um desenvolvimento que seja, de fato, para todos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais déficits: C1 — erros gramaticais/ligações mínimas: “desi” aparece no enunciado, e uso de termos em inglês (“fair trade”) pode soar inadequado; ajustes de expressão são recomendáveis. Ex.: trocar para “comércio justo” e revisar dicção de “transforma-se”/“destruição ambiental”. C5 — a intervenção possui agentes, ações e meios, mas carece de maior detalhamento/especificação de medidas (ex.: metas, prazos, recursos, avaliação). Sugestões: Estado: lei que taxie impactos ambientais com cronograma; Empresas: metas de redução de emissões em 5 anos; Sociedade: campanhas de consumo consciente com indicadores de alcance. Cuidado com coesão: usar conectivos variados para evitar repetição.
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