Nessa perspectiva, a negligência do Estado com o acesso á educação a tal grupo vulnerável, aumenta significa mente a porcentagem de cidadãos analfabetos em território brasileiro. Dessa forma, John Locke assegura que, "é dever do Estado garantir o bem-estar social". Entretanto, ao analisar o cenário de acesso a estudantes PCD, percebe-se um desleixo por parte do Governo em cumprir seu compromisso com a população. Nesse contexto, a falta de infraestrutura (rampas para cadeirantes, piso tátil para cegos ou banheiros adaptados) e recursos (livros com braile ou professores capacitados), contribui negativamente para a solução da problemática.
Além disso, a quantidade mediocre de debates com resultados produtivos, é um ponto a ser questionado. Por isso, a pensadora Djamila Ribeiro, define que "a melhor forma de solucionar um problema é tirá-lo da invisibilidade". Ou seja, ao que diz respeito as lacunas de acessibilidade á alunos com deficiência, percebe-se que este é um assunto pouco debatido devido ao fato por não ser tratado com prioridade pelo corpo social. Logo, a mídia, se torna um agente intensificador, pois não á divulgação da situação precária e nem de recurso que promovam a dissociação dos direitos negligenciados a esses estudantes. Dessa forma, como mencionado, observa-se que tal assunto se encontra invisível perante a população brasileira.
Conclui-se, que a dificuldade de acessibilidade a estudantes PCDs no Brasil se deve á irresponsabilidade do governo e a desinformação midiática. Em suma, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável pela administração do ensino no país, mediar reformas estruturais as redes de ensino, melhorando a condição de infraestrutura, e ampliar os recursos necessários aos alunos citados, de modo a proporcionar o ensino digno e por direito como citado na constituição de 1988 .E, por meio de redes sociais (Instagram, Facebook, etc.), estimular a propagação do assunto com o intuito de dar mais visibilidade, e gerar resultados positivos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros recorrentes de norma-padrão: uso indevido de aspas e citações históricas sem contextualização, acentos e grafias incorretas (á, medi0cre, braile, á), pontuação inadequada e repetições desnecessárias (E, por meio). Sugestões: revisar para: “De acordo com a relatora da ONU, Katarina Tomasevski, ‘A educação é a chave para abrir outros direitos humanos’.” Corrigir grafias: braille, acessibilidade, UNESCO/ONU, csv. Proposta de intervenção menos genérica: indicar agência (ministério), ações concretas (reformas de acessibilidade, capacitação de docentes, recursos em braille), meios (licitações, parcerias) e finalidade (garantir ensino pleno com prazos).
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