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Por julianasc1
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Conforme a filósofa Hannah Arendt, o mal pode ser banalizado quando práticas injustas se tornam comuns no cotidiano. Nessa ótica, tal quadro se modela no contexto atual ao observar-se a permanência do uso excessivo de smartphones entre os jovens brasileiros, uma vez que se estabilizou-se e se naturalizou-se na sociedade contemporânea. Diante disso, é possível afirmar que tanto a falta de conscientização sobre o uso equilibrado da tecnologia quanto a ausência de limites e orientação familiar agravam o problema. (Esse cenário se manifesta na grande quantidade de horas que os jovens passam conectados diariamente, prejudicando a interação social e o desenvolvimento cognitivo.) Esse fator compromete o desenvolvimento coletivo. Cabe ao governo criar propostas que ajudem a conscientizar tais problemas por meio de medidas eficazes e inclusivas para contribuir ao bem-estar desse cenário.
Sob essa perspectiva, é fundamental analisar para entender suas causas. Nesse sentido, Norberto Bobbio destaca que “o maior problema da democracia hoje não é a falta de direitos, mas a dificuldade em fazer valer os direitos já reconhecidos”. Nesse contexto, a ausência de políticas educativas efetivas sobre o uso saudável da tecnologia, aliada à falta de conscientização por parte da sociedade e das famílias, gera as consequências do problema, como o isolamento social, o impacto na saúde mental e a dificuldade de concentração dos jovens. Assim, pode-se afirmar que essa negligência legislativa e educativa é uma das principais causas desse impasse.
Ademais, percebe-se que a sociedade não possui conhecimento de quão grave é a situação dos jovens afetados pelo uso inadequado de smartphones e suas consequências no cotidiano. A fim de ilustrar esse quadro, o livro 1984, do autor George Orwell, demonstra que a mídia se omite em certas ocasiões com a finalidade de esconder tais infortúnios, o que retrata como ocorre esse menosprezo. Nesse sentido, a falta de apoio mediático e de campanhas informativas faz com que os indivíduos percam a percepção sobre o impacto da tecnologia no comportamento e nas relações sociais, permitindo que o problema continue crescendo sem o devido enfrentamento. Logo, é imperiosa a solução imediata disso.
Portanto, é necessário que o Estado, ente administrativo responsável pela promoção do bem comum, intervenha no problema. Para isso, urge a promoção de campanhas e palestras nas escolas, por meio de professores especialistas em educação digital e tecnologia, sobre os impactos do uso excessivo de smartphones entre os jovens brasileiros e suas consequências para o cotidiano. Isso será feito com a finalidade de revalorizar a importância do equilíbrio no uso da tecnologia e da interação social. Com isso, a questão do uso inadequado de smartphones entre os jovens será amenizada.
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    Principais erros: Norma-padrão com abusos de termos (estabilizou-se/naturalizou-se; “isso será feito” repetido) e uso inadequado de citações (H. Arendt, Bobbio) sem integração clara. Sugestão: revisar concordância e registro: “se estabilizou” e “se naturalizou” sem -se repetido; introduzir as citações com contextualização. Coerência: transições abruptas; usar conectivos como: Além disso, ademais, por conseguinte. Argumentação: fortalecer vínculo entre uso de smartphones, saúde mental e vida social com dados ou exemplos. Intervenção: detalhar agente (Estado, escolas), ação específica (programa de educação digital), meio (campanhas escolares, plataformas digitais) e finalidade (reduzir tempo excessivo, promover bem-estar). Ex.: O Estado, via secretarias de educação, implementa um programa de educação digital nas escolas, com metas de redução de X horas diárias de uso não educativo e campanhas de conscientização para pais e alunos.

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

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