Sob essa ótica, a mídia e a sociedade sem nem perceber cria esteriótipos para essas pessoas. Diante disso, para Pierre Bourdieu em seu conceito de violência simbólica, é uma forma de dominação invisível e culturalmente aceita, isso diz que a sociedade sem nem perceber utiliza de gestos, palavras ou expressões preconceituosas -tratadas com normalidade - contra as pessoas com algum tipo de doença mental, fazendo com q elas não procurem ajuda por vergonha, se sentem culpadas por serem assim ou se que são fracas para viver em sociedade. Assim, o estigma é produzido silenciosamente na sociedade, dificultando o diagnóstico e tratamentos adequados.
Diante desse cenário, o mundo capitalista com a produtividade além da conta contribui para o aumento de algumas doenças mentais. Então, segundo o filosofo Byung Chul Han em seu livro “A sociedade do Cansaço” explica o conceito da hiperprodutividade, que é a necessidade de produzir o tempo inteiro sem descanso, e se sente culpado ao aproveitar o ócio, sendo que o descanso mental é importante para se produzir bem e melhor e evitar o desgaste mental, físico e emocional, mas como isso n acontece é a razão de tantas pessoas estarem sofrendo com algumas doenças mentais, como ansiedade, depressão ou burnout. Diante disso, a sociedade contemporânea está cada vez mais propensa ao desgaste mental, uma vez que adoecer mentalmente é visto como fracasso pessoal, e não como questão de saúde.
Portanto, a questão da saúde mental deve ser discutida sob todos os parâmetros. Com isso, o Ministério da saúde - órgão responsável por coordenar políticas públicas de saúde - deve ampliar campanhas nacionais de conscientização sobre saúde mental, por meio de palestras em escolas e capacitação de profissionais sobre o assunto, a fim de que mais pessoas tenham consciência sobre o assunto e que possam buscar ajuda caso precisarem. Contudo, garantir uma cultura de paz, prosperidade e saúde a todos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: gramática/pontuação (ex.: ‘esteriótipos’, ‘filosofo’, ‘Ministério da saúde’, excesso de crase e uso de ‘q’); coerência textual em alguns trechos e ligações entre ideias (faltam conectivos em partes, erros de construção como ‘isso diz que’); erro de precisão conceitual (Holocausto brasileiro não é sobre violência institucional apenas, é sobre genocídio/cotidiano de repressão; citação de Byung-Chul Han sem contextualização clara). Sugestões: revisar para norma-padrão, padronizar nomes próprios, corrigir concordância, usar conectivos apropriados (portanto, além disso, porém, ademais) e reescrever a passagem que introduz Bourdieus para evitar falácias, além de detalhar a intervenção: Ministério da Saúde, ações específicas em escolas, recursos, prazos e metas.
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