Primeiramente, deve-se ressaltar que a falta de empatia e o preconceito trazem consequências negativas para a saúde mental das pessoas com esse transtorno, como depressão, ansiedade e isolamento. Como resultado, esses fatores acabam agravando a exclusão escolar e impedindo o pleno desenvolvimento dos alunos. Nesse contexto, o filme O Milagre de Tyson retrata com sensibilidade como o protagonista é alvo de rejeição e piadas entre seus colegas de turma, o que reflete a forma como a sociedade ainda associa o “diferente” à anormalidade.
Além disso, é fundamental apontar o despreparo dos profissionais em relação à deficiência apontada, o que dificulta a inclusão de alunos que sofrem com a deficiência oculta. Muitos profissionais da educação ainda não possuem formação adequada para compreender e lidar com as necessidades específicas de estudantes neurodivergentes, o que resulta em práticas excludentes e pouco acolhedoras. Segundo o educador Paulo Freire, “a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades”, evidenciando que o verdadeiro papel da escola é adaptar-se à diversidade, e não o contrário. Assim como no filme, essa questão é evidenciada quando os educadores tratam o protagonista com impaciência, sem compreender seu modo diferente de aprender. Assim, a ausência de preparo pedagógico reforça a exclusão e impede que a educação cumpra seu papel social de garantir igualdade de oportunidades a todos.
Portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, órgão responsável por formular políticas educacionais inclusivas, promova programas de capacitação docente e campanhas de conscientização sobre preconceito e bullying escolar, com o fim de garantir que estudantes com deficiências ocultas tenham um ambiente de aprendizado seguro, acolhedor e igualitário. Assim se consolidará uma sociedade mais justa, onde o Estado desempenha corretamente seu papel de assegurar direitos a todos, tal como afirmou Paulo Freire, ao destacar que a educação deve valorizar as diferenças para promover a verdadeira inclusão.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros: (C1) “dificultam”/concordância: “carência de empatia social dificultam”; fragmentos e pontuação; alguns usos inadequados de normas (ex.: aspas, citação). (C4) Coesão/coesão: conectivos usados, mas há passagem abrupta em “Portanto, a necessidade de combater esses obstáculos.”; (C5) Proposta de intervenção aparece, mas não detalha claramente meios e finalidades — sugere Ministério da Educação para capacitar docentes e campanhas, porém falta especificar recursos, prazos e metas mensuráveis. Sugestões: trocar para “dificulta”; manter conectivos consistentes; ampliar a intervenção: agentes (MINEDU), ações (programas de formação, campanhas anti-bullying), meios (recursos, parcerias com ONGs, avaliação anual) e finalidade (garantir ensino inclusivo para estudantes com deficiências ocultas). Ex.: “MINEDU deverá implementar programas de formação docente contínua, com carga horária mínima de X horas/ano, financiados por orçamento Y, destinados a atender estudantes neurodivergentes, visando assegurar ambiente seguro e oportunidades iguais.” (C2/C3 incisos já bem desenvolvidos).
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