Diante desse contexto, a desinformação propagada pela mídia pode acarretar em diversos pontos negativos para as pessoas com doenças mentais: preconceito, falta de empatia e dificuldades para o aprendizado sobre o assunto por parte da população. Na autobiografia do ativista dos direitos humanos Malcolm X, é dito que "Se você não tomar cuidado, os jornais irão fazer com que você odeie as pessoas que estão sendo oprimidas e ame as pessoas que estão oprimindo". Sob esse viés, fica claro que a desinformação propagada pela mídia é extremamente prejudicial para a valorização das pessoas com doenças mentais na sociedade brasileira, visto que a mídia molda a opinião das massas e tem o poder de decidir quem será odiado. Com isso, a necessidade de mudanças na mídia são urgentes para combater os estigmas sofridos pelos portadores de doenças mentais.
Além disso, as falhas educacionais são um fator agravante da ignorância da população sobre o assunto das doenças mentais. De acordo com o filósofo Inmanuel Kant, "o homem é aquilo que a educação faz dele". Sob essa ótica, fica visível como as falhas educacionais podem prejudicar a qualidade de vida dos portadores de doenças mentais, ao potencializar preconceitos e pensamentos errôneos sobre os mesmos, acarretando em possíveis pioras dos casos já possuídos. Com essa visão, fica claro que é urgemente preciso que ocorram correções nessas falhas educacionais do sistema de educação brasileiro.
Portanto, com o objetivo de melhorar a informação propagada pela mídia e corrigir as falhas do sistema educacional, é necessário que o Governo Federal, no seu papel de protetor máximo da população brasileira, corrija, por meio de propagandas na televisão, o conhecimento propagado sobre as doenças mentais e corrija as falhas do sistema educacional, espalhando conhecimento verdadeiro sobre o assunto por meio das redes sociais. Só assim, o Brasil poderá melhorar a qualidade de vida de pessoas com doenças mentais e impedir que casos de ignorância como o visto no filme "Rain Man" continuem a ocorrer.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais problemas: 1) Gramática/ortografia: “Inmanuel Kant” (tipo de erro), falhas em algumas construções como “azar de Rain Man” e uso repetitivo de termos (prolixidade). Sugestão: revisar citações (nome correto: Immanuel Kant) e adaptar expressão para evitar redundâncias. 2) Coerência/coesão: alternância de ideias sem conectivos fortes entre parágrafos; substitua por conectivos como “além disso”, “por isso” e oriente a progressão lógica. 3) Proposta de intervenção: identificar claramente agentes, ação, meio e finalidade com detalhes operacionais (ex.: metas, prazos, canais além da TV/ redes). 4) Exatidão conceitual: evitar simplificações sobre saúde mental e confirmar citações históricas; manter o foco no tema sem recorrer a estereótipos. Ex.: reescrever a intervenção com metas mensuráveis e linguagem inclusiva.
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