No documentário “O Dilema das Redes”, disponível na plataforma Netflix, é apresentada uma análise profunda sobre o funcionamento das redes sociais e o impacto das chamadas “big techs” na mente humana e na sociedade. Essas empresas coletam dados dos usuários por meio de seus históricos de navegação e interações, criando bolhas informacionais que intensificam a alienação e o controle comportamental.
De forma semelhante, o documentário brasileiro “Apocalipse nos Trópicos” retrata como a disseminação de fake news relacionadas à política e à religião influenciou o ato antidemocrático ocorrido em 8 de janeiro de 2023, com a invasão às sedes dos Três Poderes, em Brasília. Dessa forma, evidencia-se que a desinformação propagada na internet é capaz de estimular comportamentos violentos, manipular opiniões e ameaçar os princípios democráticos e sociais.
Além disso, outro fator relevante a ser considerado é o impacto da desinformação e da hiperexposição digital na saúde mental — especialmente entre os jovens. Com o avanço tecnológico e a facilidade de edição de imagens, somada à criação de conteúdos irreais por meio da inteligência artificial, observa-se um crescimento alarmante de quadros de ansiedade, depressão e baixa autoestima. Esse cenário se torna ainda mais preocupante ao considerar que a juventude está em um período de formação cerebral, sentimental e cognitiva, o que a torna mais vulnerável à manipulação, discursos extremistas e padrões inatingíveis impostos pelas redes.
Portanto, conclui-se que, caminhos para a inibição e freagem da disseminação de informações falsas seriam possíveis apenas com ações do Estado e seus três poderes, criando leis de fiscalização e punições mais severas (a depender da escala) em conjunto com os próprios empresários e funcionários de big techs, barrando o conteúdo publicado e aplicando filtragem e avisos. Meios para o reconhecimento de notícias falsas também deveriam ser ensinadas por meio de palestras e mídias, visando maior alcance populacional.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais erros: (C1) uso de termos estrangeiros sem explicação suficiente (“big techs”) e pequenas falhas de pontuação/acentuação que comprometem a norma padrão em alguns trechos; (C2) ausência de tese clara em alguns momentos e amplos trechos expositivos sem delimitar posição definida; (C3) organização de ideias segue sequência razoável, porém poderia haver menos repetições e melhor hierarquização dos argumentos; (C4) conectivos usados mas há trechos que exigem maior progressão lógica entre ideias; (C5) proposta de intervenção está presente com agentes, ações, meios e finalidades, mas poderia detalhar prazos, indicadores e responsabilidades para torná-la mais efetiva. Sugestões: substitua termos estrangeiros por equivalentes em PT ou explique seu significado na primeira ocorrência; reestruture a introdução com uma tese explícita (ex.: a desinformação na internet ameaça a democracia e a saúde mental); conecte melhor os parágrafos com conectivos como além disso, por conseguinte, em vista disso; para a intervenção, inclua: quem faz (agentes), o que exatamente fazem (ação), como (meios: plataformas, fiscalização, educação midiática), quando (plazos) e por quê (finalidade), com indicadores de sucesso.
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