Em um primeiro momento, é necessário entender a relação entre a ineficácia das políticas públicas e a desvalorização dessas comunidades. Para isso, a ilustre filósofa brasileira Djamila Ribeiro defende que, para atuar em uma situação, é necessário, antes de tudo, tirá-la da invisibilidade. Por conseguinte, entende-se que o Estado, negligenciando a problemática, nega a esses indivíduos o direito de reconhecimento, destoando de um melhor entendimento para a resolução do problema, como palestras nas escolas e manifestações públicas para atingir um maior contingente e propagar o respeito.
Ademais, a compreensão acerca da importância de sentimento de pertencimento dessas comunidades é imperativa. De acordo com o sociólogo francês Émile Durkheim, o fato social é a maneira coletiva de agir e pensar. Assim, ao seguir essa linha de pensamento, infere-se que o preconceito ligado à essa parcela populacional se encaixa na teoria de Durkheim, uma vez que o cidadão tradicional é inferiorizado no círculo social em que está inserido, devido às suas raízes e classe social, desmerecendo suas origens e sua cultura.
Em suma, conclui-se que a omissão estatal e o preconceito configuram-se como os dois desafios para a valorização das comunidades tradicionais no Brasil. Sendo assim, urge que o Estado, em parceria com o Ministério da Educação e da Cultura (MEC), invista em projetos, como discursos nas escolas e exibição em teatros, a fim de atingir o maior contingente possível e conscientizá-lo acerca do respeito que é devido a esses indivíduos.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Principais erros: inadequação em alguns trechos (construções pouco claras: “acolhimento aos povos originários configura-se como um grande impasse”, “destoando de um melhor entendimento”); conectores podem melhorar para manter progressão; uso de citações sem integração crítica (Djamila Ribeiro, Durkheim) e pouca articulação entre evidências e argumento; proposta de intervenção básica: falta detalhar metas mensuráveis. Sugestões: reescrever a introdução com tese clara; usar conectivos de oposição/adição com mais fluidez (por isso, ademais, por exemplo); na proposta, especificar ações, prazos, responsáveis, critérios de avaliação (ex.: “Estado e MEC promovem X ações até 2027, com metas de Y% de participação”) para tornar a intervenção mais robusta.
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