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Por josuolive
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A inclusão é um direito inalienável de todos os cidadãos brasileiros. No entanto, o respeito e o tratamento devido àqueles que apresentam algum tipo deficiência mental configura-se como um impasse na aceitação de todos os indivíduos. Com isso, surge a problemática do estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira, que cresce intrinsecamente ligada à realidade do país, seja pela cultura acerca do deficiente mental, seja pela omissão estatal.
Em um primeiro momento, é necessário entender a relação entre a opinião coletiva e o preconceito ligado às doenças mentais. Para isso, o sociólogo francês Émile Durkheim defende que o fato social é a maneira coletiva de agir e pensar. Ao seguir essa linha de pensamento, infere-se que o indivíduo cresce em um círculo social que inferioriza o deficiente mental, negando os seus direitos ao julgá-lo pela sua condição, não o tratando como merecedor de igualdade, impossibilitando assim, a coletividade como uma solução viável para o problema.
Ademais, a falta de debates sobre a mazela inibe uma melhor compreensão para resolvê-la. A esse respeito, a ilustre filósofa Djamila Ribeiro afirma que, para atuar em uma situação, é necessário, antes de tudo, tirá-la da invisibilidade. Entretanto, o panorama nacional destoa do pensamento da autora, já que negligencia o tema, uma vez não há suporte o suficiente em espaços como a escola para lidar com crianças portadoras de autismo ou TDAH, não garantindo segurança e inibindo um melhor entendimento do quadro para poder tomar medidas.
Em suma, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Sendo assim, urge que o Ministério da Saúde (SUS), em parceria com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), invista em projetos, como palestras nas escolas e campanhas nos centros médicos, assim também como discursos públicos, a fim de atingir o maior contingente possível e conscientizá-lo a respeito das doenças mentais e sanar dúvidas sobre a questão. Por fim, essas atitudes serão responsáveis por desfazer o estigma associado às doenças mentais na sociedade.
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    Erros de Competência 1: grafia/forma em várias passagens (configura-se, inferes, mazela, deficiente mental, ‘assim também como’). Sugestão: revisar concordância e termos (configura-se = configura-se; inferir; “deficiente mental” pode soar inadequado; usar “bem como”). Competência 2/3: falas dependentes de citações sem contextualização suficiente; melhorar a transição entre ideias e explicitar a relação entre conceito sociológico e estigma: inserir exemplos nacionais atuais e dados. Competência 4: conectivos presentes, mas algumas sequências cansam; usar vínculos mais precisos (além disso, entretanto, por isso). Competência 5: intervenção com 4 elementos presentes; detalhar agentes, ações, meios e finalidades de forma explícita em 1–2 frases adicionais.

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  1. C1 norma-padrão

    Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.

  2. C2 Compreensão da proposta

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.

  3. C3 seleção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

  4. C4 construção de argumentos

    Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

  5. C5 Proposta de Intervenção

    Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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