Em um primeiro momento, é necessário entender a relação entre a opinião coletiva e o preconceito ligado às doenças mentais. Para isso, o sociólogo francês Émile Durkheim defende que o fato social é a maneira coletiva de agir e pensar. Ao seguir essa linha de pensamento, infere-se que o indivíduo cresce em um círculo social que inferioriza o deficiente mental, negando os seus direitos ao julgá-lo pela sua condição, não o tratando como merecedor de igualdade, impossibilitando assim, a coletividade como uma solução viável para o problema.
Ademais, a falta de debates sobre a mazela inibe uma melhor compreensão para resolvê-la. A esse respeito, a ilustre filósofa Djamila Ribeiro afirma que, para atuar em uma situação, é necessário, antes de tudo, tirá-la da invisibilidade. Entretanto, o panorama nacional destoa do pensamento da autora, já que negligencia o tema, uma vez não há suporte o suficiente em espaços como a escola para lidar com crianças portadoras de autismo ou TDAH, não garantindo segurança e inibindo um melhor entendimento do quadro para poder tomar medidas.
Em suma, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Sendo assim, urge que o Ministério da Saúde (SUS), em parceria com a Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNDPD), invista em projetos, como palestras nas escolas e campanhas nos centros médicos, assim também como discursos públicos, a fim de atingir o maior contingente possível e conscientizá-lo a respeito das doenças mentais e sanar dúvidas sobre a questão. Por fim, essas atitudes serão responsáveis por desfazer o estigma associado às doenças mentais na sociedade.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros de Competência 1: grafia/forma em várias passagens (configura-se, inferes, mazela, deficiente mental, ‘assim também como’). Sugestão: revisar concordância e termos (configura-se = configura-se; inferir; “deficiente mental” pode soar inadequado; usar “bem como”). Competência 2/3: falas dependentes de citações sem contextualização suficiente; melhorar a transição entre ideias e explicitar a relação entre conceito sociológico e estigma: inserir exemplos nacionais atuais e dados. Competência 4: conectivos presentes, mas algumas sequências cansam; usar vínculos mais precisos (além disso, entretanto, por isso). Competência 5: intervenção com 4 elementos presentes; detalhar agentes, ações, meios e finalidades de forma explícita em 1–2 frases adicionais.
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