As instituições de ensino possuem um papel primordial na construção e formação social e educacional das crianças e adolescentes. Portanto, tal circunstância contradiz esse princípio, ao negligenciar a pauta sobre o feminicídio a esses jovens. Conforme o filósofo e educador brasileiro, Paulo Freire, “A educação não transforma o mundo, a educação muda as pessoas.” Nesse cenário, as instituições de ensino influenciam diretamente na construção social, porém, os profissionais da área não transmitem o ensinamento adequado, como ausência sobre diálogos do tema, projetos e ações, tornando por consequência a marginalização na população, fazendo-se ainda mais difícil encerrar o número de mortes por feminicídio.
Desse modo, vale ressaltar que o corpo social permite que as mulheres sofram ainda mais violência físicas, sexuais, verbais e morais, devido à escassez de leis que não são efetuadas da forma correta. Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), A cada ano cresce o número de assassinatos de mulheres, constando mais de milhares de mortes no país. Sobretudo, ainda há também a ausência de suporte necessário que essa comunidade necessita, tal como a insuficiência de canais de apoio que assegurem a segurança destas, e normas devidamente elaboradas que condenem e penalizem os agressores rigidamente. Dessa forma, é inevitável que se possa solucionar a causa desses assassinatos, tornando as mulheres vulneráveis e alvos de seus opressores.
Em suma, é de extrema necessidade que o Ministério da Educação atue na asseguração de profissionais mais qualificados nas instituições de ensino, que possam oferecer debates e projetos eficazes para a perpetuação do assunto e a orientação sobre a importância do o tema. Além disso, é dever do estado a regulamentação e o funcionamento de normas por meio do poder legislativo, para que desse modo, possam penalizar os indivíduos responsáveis pelas mortes de feminicídio. Por conseguinte, com a tomada de tais ações será possível erradicar o feminicídio na nação brasileira, tornando-a mais segura para todas as
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante apresenta repertório limitado de recursos coesivos e articula as partes do texto de forma insuficiente, com muitas inadequações, o que compromete a organização das ideias.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros gramaticais e de norma: “Coollen Hoover” (nome correto Colleen Hoover), “Toda via”/“devidos”, repetição “no país do feminicídio no país” e vírgulas/acentuação. Sugestão: corrigir nomes, grafar tudo em concordância; evitar pleonasmos. Coerência/coesão: fluxos soltos, ideias sem ligação clara entre introdução, desenvolvimento e conclusão; usar conectivos como ademais, além disso, portanto, em resumo para ligar as sessões. Intervenção: ampliar detalhamento com agentes, ações, meios e finalidades específicos; ex.: Ministério da Educação implemente programas curriculares, com metas mensuráveis, serviços de apoio e fiscalização.
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