Sob esse viés, é importante destacar que a resistência ao uso de tecnologias nas escolas é um dos principais fatores para que a expectativa de futuro dos jovens brasileiros não seja acompanhada pela escola. A partir desse contexto, criou-se no início do ano de 2025, o decreto federal que proíbe jovens de usar celular e outros aparelhos eletrônicos no ambiente escolar, com o intuito de não tirar a atenção do aluno na sala de aula. Entretanto, proibir não resolve o problema do uso inadequado do celular, apenas impede que os estudantes tenham contato com novas tecnologias, que podem contribuir muito para sua formação acadêmica, reforçando a resistência educacional à inovação.
Ademais, outro fator preponderante que reflete o despreparo da escola é não direcionar sua formação para carreiras predominantes no futuro. A partir disso, Paulo Freire defende a ideia de que a educação deve formar sujeitos críticos para atuar na sociedade, capacitando o aluno para intervir em sua realidade, o que não acontece quando a escola ignora carreiras emergentes, como de Analista de Inteligência Artificial, uma das carreiras apontadas de grande crescimento no futuro. Dessa maneira, ao não preparar o aluno para o mercado de trabalho contemporâneo, a escola se distancia das expectativas juvenis.
Portanto, evidencia-se a necessidade de adequar as escolas às novas expectativas da futuros dos jovens brasileiros. Logo, o governo, responsável por promover o bem-estar social, deve promover o contato dos estudantes com a tecnologia por meio de investimentos em tecnologias, como computadores e programas de inteligência artificial para que os estudantes possam ter suas visões ampliadas acerca da tecnologia. Ademais, é necessário que o mesmo crie programas de incentivo e formação para carreiras predominantes no futuro por meio de palestras e cursos profissionalizantes para que os jovens possam se alinhar com o mercado de trabalho contemporâneo. Com tais medidas, a expectativa de futuro dos jovens brasileiros poderá ser apoiada pela escola.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros de norma: há termos informais e erros como “futuros” (deveria ser “futuro”) e pontuação insuficiente em passagens como “OCDE (Organização ...) 65%” (faltou vírgula após a oração incidente). Sugestão: revisar para “OCDE, a Organização para a Cooperação...”; evitar gerúndios desnecessários. Em argumentação: mantenha foco no tema, conectando ideias de forma mais coesa. Proposta de intervenção está presente, porém detalhar quem faz, como, quando e com que recursos (ex.: governo publica edital de capacitação com metas trimestrais).
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