Em um primeiro momento, é certo afirmar que a compra de votos é um dos desafios para o fomento de uma política viável, uma vez que, ao vender o voto, o eleitor ignora os problemas de sua comunidade, considerando apenas, o dinheiro que está recebendo naquele momento. De acordo com o filósofo Jean Jacques Russeau, a coletividade deve se abdicar de seus interesses em prol de um Estado igualitário. Por conseguinte, entende-se que o cidadão, ao votar, deve pensar não só em si, mas em toda a sua sociedade, tendo em mente os problemas que persistem nas ruas, votando com dignidade, a fim de contribuir para a posse de um candidato que, ao invés de comprar votos, defenda a ética e a democracia.
Ademais, a importância acerca da compreensão das mazelas sociais é imperativa. A esse respeito, a escritora brasileira Djamila Ribeiro defende que, para atuar em uma situação, é necessário, antes de tudo, tirá-la da invisibilidade. No entanto, o panorama nacional destoa do pensamento da autora, já que tais políticas públicas se mostram inaptas para resolver as pendências do corpo social, no que diz respeito à fome, violência doméstica, inclusão e desemprego. Sendo assim, a escassez de debates impossibilita um melhor entendimento para tratar das demandas nacionais, impossibilitando ao cidadão a política como uma solução viável para o problema.
Em suma, conclui-se que a falta de consciência do eleitor e a omissão estatal precisam ser superadas para amenizar o quadro atual. Para isso, cabe ao Estado, em parceria com o Ministério da Economia (ME), e o Ministério Público Eleitoral, invista em campanhas e discursos públicos, tanto nas escolas como em teatros, através de palestras e propagandas na televisão, reforçando a importância do voto e a seriedade com a qual o tema deve ser tratado, a fim de atingir o maior contingente possível e conscientiza-lo. Semelhantemente, é mister que o Ministério público cobre do Estado ações efetivas, como a divulgação do alerta dos cuidados nas ruas, por meio de cartazes em postos de saúde, em parceria com o Ministério da Saúde (MS).
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais erros: C1 - erros de norma (ex.: “Russeau” em vez de Rousseau; “Ministério público” debería ser “Ministério Público”; “conscientiza-lo” -> “conscientizá-lo”; uso de “invista” incompatível com a construção “cabe ao Estado”). C2/C3 - ideia central pouco clara em alguns trechos e argumentação restrita (cita Rousseau de forma imprecisa, pouca base empírica). C4 - conectivos presentes, mas a progressão pode melhorar com transição mais suave entre parágrafos. C5 - intervenção apresenta quem, o que, como e por quê, com detalhamento suficiente (“Estado, ME e Ministério Público Eleitoral” investem em campanhas nas escolas/teatros/TV), mas poderia especificar metas mensuráveis e prazos. Sugestões: corrigições pontuais, substituição de termos inadequados, reescrita de trechos para fluidez, e uma proposta de intervenção mais precisa (ex.: metas, indicadores, responsabilidade e prazo). Ex.: “Cabe ao Estado investir em campanhas educativas sobre o voto responsável, com metas de alcance em X escolas até fim de 2026, em parceria com o MP Eleitoral e o ME, por meio de campanhas televisivas, rádios e atividades escolares.”
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