Nesse contexto, é evidente que a depreciação das manifestações populares decorre da inexistência de políticas públicas eficazes do Estado. De acordo com os filósofos Teodoro Adorno e Max Horkheimer, a indústria cultural consiste na mercantilização da cultura com foco no lucro, no consumo em massa e na padronização de celebrações. Diante disso, Adorno e Horkheimer mostram que as festas populares enfrentam descredibilização a partir do momento em que não há retorno financeiro imediato, assim gerando a perda de valor simbólico proveniente da carência de recursos e organização.
Ademais, é inegável que o desprestígio com os eventos culturais fragiliza o fomento do turismo e da economia criativa. Nessa lógica, de acordo com a OMT, Organização Mundial do Turismo, o turismo cultural contribui significativamente para a economia ao fomentar empregos, renda e valorizar identidades locais. Contudo, a ausência de planejamento estratégico e financiamento compromete essas manifestações, reduzindo sua visibilidade e atratividade turística, gerando então poucas oportunidades de emprego aos indivíduos sustentados pela economia criativa.
Dessa forma, nota-se a carência do compromisso do Estado com os eventos populares.
Portanto, é necessário criar medidas nas quais solucionem tal prática suprecitada. Logo, o Ministério da Cultura deve promover a valorização das festas populares por meio de políticas públicas e campanhas voltadas a mencionar a importância da cultura na formação da identidade coletiva, a fim de preservar a cultura e impulsionar o turismo e a economia criativa no Brasil.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros: gramática/ortografia em “suprecitada” (não standard) e em ligações como “não há retorno financeiro imediato, assim gerando” (raso entre orações). Coesão: falhas ocasionais de encadeamento e uso de conectivos pouco precisos (“Ademais”, “Nessa lógica”). Conteúdo: argumento recorre a Adorno/Horkheimer sem contextualização suficiente; conclusão pouco inovadora. Propostas: há agente e ação, mas recursos e métricas pouco especificados. Melhorias: substituir termos inadequados, usar conectivos de cause e consequência (“por isso”, “logo”), afirmar tese clara na introdução, detalhar a intervenção (agente, ação, meio, finalidade) com prazo e indicadores. Ex.: Ministério da Cultura promove políticas públicas de valorização guiadas por metas de acessibilidade e captação de investimentos, até 2027, com auditórias semestrais.
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