- 16 Out 2022, 14:36
#101018
No filme "Logan", é retratado um futuro distópico de super-heróis, onde eles já não existem mais e os vilões governam o mundo, baseado nisso, Logan diz a seguinte frase a um amigo seu: "Charles, o mundo não é mais o mesmo". Fora da ficção, é possível relacionar a mudança do filme aos nossos tempos atuais: de um século ao outro, a rede virtual dominou o planeta. Embora o avanço da internet tenha tragos inúmeros benefícios à humanidade, o ambiente digital é perigoso devido a prática do "cyberbullying". Logo, é fundamental entender o risco que essa atividade representa aos internautas e o motivo de sua existência na web.
Em primeiro lugar, é importante esclarecer a problemática dessa ação. Nesse aspecto, o cyberbullying é a "prática de bullying por meio de ambientes virtuais, consiste em perseguição, humilhação, intimidação, agressão e difamação sistemática". Na atual realidade onde expor a vida privada ao público pelas redes sociais é um hábito comum, e criar novas contas é algo muito rápido, os cyberbullies possuem muito conteúdo e ferramentas para difamar de qualquer um. A constante humilhação provinda dessa prática pode causar severas consequências em pessoas emocionalmente frágeis, como a evolução de tristeza e ansiedade para depressão, síndrome do pânico e até suicídio. Dessa forma, o assédio virtual caracteriza um sério risco a sociedade.
Ademais, é essencial compreender o anonimato como uma causa da existência desse tipo de bullying na internet. Tal tema é discutido por Platão em "Mito do anel de Giges", no qual o pastor Giges após obter um anel que lhe concedia o poder da invisibilidade, conspirou para matar o rei e conquistou o trono. Ou seja, retire o medo da punição e a pessoa justa se comportará injustamente. Sob esse viés, é possível afirmar que quem pratica o cyberbullying, o faz por estar anônimo atrás das telas, sem receio de sofrer as consequências que receberia caso agisse assim em um local público. Dessa maneira, fica evidente o motivo da presença dessa atividade negativa na interweb.
Portanto, viver em rede no século XXI só será algo seguro com a mobilização da sociedade. Destarte, o Ministério da Educação em colaboração com a mídia, deve promover a conscientização do cyberbullying através de palestras em escolas e universidade, anúncios de televisão e de aplicativos digitais. Devido a dificuldade de se acabar definitivamente com a prática maliciosa, tais procedimentos focarão na ajuda da vítima: como identificar se é uma, de que maneira lidar com os agressores virtuais e incentivos a busca profissional caso necessário. Assim, progressivamente a humanidade aprenderá a viver mais segura nesse novo mundo.
Em primeiro lugar, é importante esclarecer a problemática dessa ação. Nesse aspecto, o cyberbullying é a "prática de bullying por meio de ambientes virtuais, consiste em perseguição, humilhação, intimidação, agressão e difamação sistemática". Na atual realidade onde expor a vida privada ao público pelas redes sociais é um hábito comum, e criar novas contas é algo muito rápido, os cyberbullies possuem muito conteúdo e ferramentas para difamar de qualquer um. A constante humilhação provinda dessa prática pode causar severas consequências em pessoas emocionalmente frágeis, como a evolução de tristeza e ansiedade para depressão, síndrome do pânico e até suicídio. Dessa forma, o assédio virtual caracteriza um sério risco a sociedade.
Ademais, é essencial compreender o anonimato como uma causa da existência desse tipo de bullying na internet. Tal tema é discutido por Platão em "Mito do anel de Giges", no qual o pastor Giges após obter um anel que lhe concedia o poder da invisibilidade, conspirou para matar o rei e conquistou o trono. Ou seja, retire o medo da punição e a pessoa justa se comportará injustamente. Sob esse viés, é possível afirmar que quem pratica o cyberbullying, o faz por estar anônimo atrás das telas, sem receio de sofrer as consequências que receberia caso agisse assim em um local público. Dessa maneira, fica evidente o motivo da presença dessa atividade negativa na interweb.
Portanto, viver em rede no século XXI só será algo seguro com a mobilização da sociedade. Destarte, o Ministério da Educação em colaboração com a mídia, deve promover a conscientização do cyberbullying através de palestras em escolas e universidade, anúncios de televisão e de aplicativos digitais. Devido a dificuldade de se acabar definitivamente com a prática maliciosa, tais procedimentos focarão na ajuda da vítima: como identificar se é uma, de que maneira lidar com os agressores virtuais e incentivos a busca profissional caso necessário. Assim, progressivamente a humanidade aprenderá a viver mais segura nesse novo mundo.