- 01 Set 2021, 21:06
#76566
"O cidadão invisível " trata da desvalorização de alguns na sociedade brasileira.De fato, a crítica de Dimenstein é verificada na questão da persistência da violência contra a mulher, que são muitas vezes estigmatizadas e consideradas banais por parte da população. Nesse sentido, observasse um delicado problema, que tem como o silenciamento e a falta de informações.
Dessa forma, em primeira análise, a falta de debate é um desafio presente no problema. Djamile Ribeiro explicar que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas, porém, há um silenciamento instaurado na questão da violência contra mulheres, visto que pouco se fala no assunto na mídia de massa e na escola, gerando a desinformação da maioria dos brasileiros durante anos, logo, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defender a pensadora.
Além disso, a carência de informação apresentar-se como outro desafio da problemática. Para Mário Sérgio Cortella, a concordância faz com que permanecermos estancionados. A discordância faz com que crescemos. No Brasil, haja visto que, uma vez que é dito "em briga de marido e mulher ninguém mete a colher" ditado popularmente conhecido enquanto mulher sofre agressão física e verbal, contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o pode público deve investir em informações sobre violência contra mulheres, por meio da destinação de verbas a fim de reverter a supremacia de interesses mercadológicas. Tal ação pode, ainda, ser divulgada na mídia de massa para que a população tenha conhecimento.paralelamente é preciso intervir sobre o silenciamento presente no problema. Dessa maneira, no Brasil poderá ter menos "cidadões de papel", com defendeu Dimenstein.
Dessa forma, em primeira análise, a falta de debate é um desafio presente no problema. Djamile Ribeiro explicar que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas, porém, há um silenciamento instaurado na questão da violência contra mulheres, visto que pouco se fala no assunto na mídia de massa e na escola, gerando a desinformação da maioria dos brasileiros durante anos, logo, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela, como defender a pensadora.
Além disso, a carência de informação apresentar-se como outro desafio da problemática. Para Mário Sérgio Cortella, a concordância faz com que permanecermos estancionados. A discordância faz com que crescemos. No Brasil, haja visto que, uma vez que é dito "em briga de marido e mulher ninguém mete a colher" ditado popularmente conhecido enquanto mulher sofre agressão física e verbal, contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Portanto, é indispensável intervir sobre o problema. Para isso, o pode público deve investir em informações sobre violência contra mulheres, por meio da destinação de verbas a fim de reverter a supremacia de interesses mercadológicas. Tal ação pode, ainda, ser divulgada na mídia de massa para que a população tenha conhecimento.paralelamente é preciso intervir sobre o silenciamento presente no problema. Dessa maneira, no Brasil poderá ter menos "cidadões de papel", com defendeu Dimenstein.