- 27 Nov 2021, 11:12
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O livro Utopia, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade idealizada pela falta de problemas sociais. Entretanto, a realidade é oposta, visto que milhares de pessoas estão em situação de invisibilidade social, pois não possuem certidão de nascimento e, com isso, ficam a margem da sociedade em decorrência da impossibilidade de exercer sua cidadania. Diante dessas perspectivas, tal cenário deve ser analisado, a partir do entendimento das causas e consequências desse problema.
Diante disso, os fatores socioeconômicos corroboram a crescente dos índices de indivíduos sem documentação pessoal. Nesse sentido, segundo dados do IBGE, aproximadamente 30% das pessoas sem registro de nascimento se concentram na região Nordeste do País, tal cenário torna evidente o quanto a precariedade regional pode influenciar nessa questão, já que parcelas sociais dessas localidades vivem em meio ao subdesenvolvimento e, assim, não possuem conhecimento da necessidade desses registros civis na profícua ação da cidadania. Portanto, a desigualdade social é um agravante na falta de oportunização na trajetória de milhares de brasileiros sem documentação.
Além do mais, a falta de oportunidades e de acesso a serviços sociais aliados aos pensamentos populares são as principais dificuldades na vida de um indivíduo sem registro civil. Frente a isso, o estereótipo presente no imaginário da sociedade torna-se prejudicial, visto que esses julgamentos irão marginalizar camadas populacionais sem documentação, agravando a situação de invisibilidade no âmbito coletivo e, assim, não conseguirão utilizar de atividades que demandem documentação. Contudo, na visão do filósofo Voltaire, “Preconceito é opinião sem conhecimento”, essa afirmação é válida, pois a partir do entendimento das condições de vida de alguém será possível utilizar do viés ético e direcioná-los à execução das medidas legais para se tornarem reconhecidas pelo Estado.
Logo, esses percalços colaboram a perpetuação desse prejuízo na sociedade brasileira.
Em suma, medidas devem ser tomadas para resolução dessa temática, em evidência no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Estado intensificar, por meio de investimentos na ampliação de serviços de pesquisa, a contratação de funcionários de fiscalização em lugares de grande quantidade de indivíduos sem documentação, direcionando de forma didática as formas legais de obter o registro civil. Além disso, o MEC pode colaborar com esse processo, por intermédio de aulas e de projetos sociais, nos ambientes escolares, os quais conscientizarão os estudantes acerca da tônica e, assim, em especial lugares com maiores precariedades, muitos desses alunos poderão informar familiares sem conhecimento da importância das documentações e, também, contribuir com a diminuição do preconceito. Em síntese, tomadas tais ações, essa questão será erradicada, evidenciando o progresso da Nação.
Diante disso, os fatores socioeconômicos corroboram a crescente dos índices de indivíduos sem documentação pessoal. Nesse sentido, segundo dados do IBGE, aproximadamente 30% das pessoas sem registro de nascimento se concentram na região Nordeste do País, tal cenário torna evidente o quanto a precariedade regional pode influenciar nessa questão, já que parcelas sociais dessas localidades vivem em meio ao subdesenvolvimento e, assim, não possuem conhecimento da necessidade desses registros civis na profícua ação da cidadania. Portanto, a desigualdade social é um agravante na falta de oportunização na trajetória de milhares de brasileiros sem documentação.
Além do mais, a falta de oportunidades e de acesso a serviços sociais aliados aos pensamentos populares são as principais dificuldades na vida de um indivíduo sem registro civil. Frente a isso, o estereótipo presente no imaginário da sociedade torna-se prejudicial, visto que esses julgamentos irão marginalizar camadas populacionais sem documentação, agravando a situação de invisibilidade no âmbito coletivo e, assim, não conseguirão utilizar de atividades que demandem documentação. Contudo, na visão do filósofo Voltaire, “Preconceito é opinião sem conhecimento”, essa afirmação é válida, pois a partir do entendimento das condições de vida de alguém será possível utilizar do viés ético e direcioná-los à execução das medidas legais para se tornarem reconhecidas pelo Estado.
Logo, esses percalços colaboram a perpetuação desse prejuízo na sociedade brasileira.
Em suma, medidas devem ser tomadas para resolução dessa temática, em evidência no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Estado intensificar, por meio de investimentos na ampliação de serviços de pesquisa, a contratação de funcionários de fiscalização em lugares de grande quantidade de indivíduos sem documentação, direcionando de forma didática as formas legais de obter o registro civil. Além disso, o MEC pode colaborar com esse processo, por intermédio de aulas e de projetos sociais, nos ambientes escolares, os quais conscientizarão os estudantes acerca da tônica e, assim, em especial lugares com maiores precariedades, muitos desses alunos poderão informar familiares sem conhecimento da importância das documentações e, também, contribuir com a diminuição do preconceito. Em síntese, tomadas tais ações, essa questão será erradicada, evidenciando o progresso da Nação.