- 02 Dez 2021, 14:16
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O quadro expressionista "O grito", do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pela invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil é, amiudadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Sendo assim, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e o registro civil.
A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a garantia de acesso à cidadania no Brasil. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria de Immanuel Kant, o Estado tem como principal função regular e assegurar os direitos de seus cidadãos através da união de seus membros sob regime jurídico, como liberdade, igualdade e independência. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades, de acordo com o IBGE cerca de 3 milhões de pessoas não possuem registro civil, impedindo o acesso à cidadania, ou seja, sem acesso a programas sociais e educação. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do filósofo prussiano e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
Outrossim, é igualmente preciso apontar o registro civil como outro fator que contribui para a manutenção da garantia de acesso à cidadania. Posto isso, de acordo com a citação da filósofa francesa Simone de Beauvoir "O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Essa afirmação pode ser aplicada a garantia de acesso à cidadania no Brasil, já que o mais escandaloso é o fato da população brasileira se habituar a essa realidade. Diante de tal exposto é notório que fatores como desinformação, analfabetismo e comunidades isoladas contribuem para que o indivíduo não realize o registro civil. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar o problema. Dessarte, de modo a garantir o acesso à cidadania no Brasil, é preciso que o Estado por intermédio de campanhas comece a demonstrar a importância e os benefícios da realização do registro civil. Espera-se, assim que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
A princípio, é imperioso notar que a indiligência do Estado potencializa a garantia de acesso à cidadania no Brasil. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria de Immanuel Kant, o Estado tem como principal função regular e assegurar os direitos de seus cidadãos através da união de seus membros sob regime jurídico, como liberdade, igualdade e independência. Sob essa ótica, devido à baixa atuação das autoridades, de acordo com o IBGE cerca de 3 milhões de pessoas não possuem registro civil, impedindo o acesso à cidadania, ou seja, sem acesso a programas sociais e educação. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do filósofo prussiano e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
Outrossim, é igualmente preciso apontar o registro civil como outro fator que contribui para a manutenção da garantia de acesso à cidadania. Posto isso, de acordo com a citação da filósofa francesa Simone de Beauvoir "O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles". Essa afirmação pode ser aplicada a garantia de acesso à cidadania no Brasil, já que o mais escandaloso é o fato da população brasileira se habituar a essa realidade. Diante de tal exposto é notório que fatores como desinformação, analfabetismo e comunidades isoladas contribuem para que o indivíduo não realize o registro civil. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar o problema. Dessarte, de modo a garantir o acesso à cidadania no Brasil, é preciso que o Estado por intermédio de campanhas comece a demonstrar a importância e os benefícios da realização do registro civil. Espera-se, assim que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.