Nessa perspectiva, é importante pontuar que a ausência de acessibilidade e formação adequada de professores maximiza a exclusão educacional. De acordo com estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), grande parte das escolas públicas não possuem infraestrutura adaptada para alunos com deficiência. Isso ocorre porque há um investimento insuficiente em recursos e capacitação, além de preconceitos enraizados na sociedade que dificultam a inclusão efetiva. Consequentemente, essas barreiras limitam o desenvolvimento acadêmico e social dessas crianças. Dessa forma, é nítida a urgência de solucionar esse entrave.
Além disso, nota-se que a segregação escolar consolida o isolamento social e a desigualdade. Essa situação acontece pois, ao serem colocadas em escolas especializadas ou em classes separadas, as crianças com deficiência ficam distantes do convívio com seus pares sem deficiência, o que dificulta a construção de uma sociedade inclusiva. Nesse sentido, essa situação pode ser ilustrada pela série *Extraordinário*, que mostra a importância do acolhimento e do respeito às diferenças no ambiente escolar. Por conseguinte, a inclusão nas escolas regulares representa um avanço social indispensável para a valorização da diversidade.
Fica claro, portanto, que a falta de políticas públicas eficazes e o preconceito alicerçam esse reprovável cenário. Diante disso, o Ministério da Educação – instituição responsável por garantir o acesso e permanência dos alunos nas escolas – deve ampliar os investimentos na formação continuada de professores e na adaptação das escolas, por meio da implementação de recursos pedagógicos acessíveis, com o objetivo de promover um ambiente acolhedor e inclusivo. Paralelamente, a sociedade necessita desenvolver campanhas de conscientização sobre a importância da inclusão, por intermédio das mídias e escolas, com a finalidade de combater o preconceito e estimular o respeito às diferenças. Somente assim será possível garantir que a inclusão de crianças com deficiência nas escolas seja, de fato, a melhor saída para uma educação justa e igualitária.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Principais problemas: norma padrão apresentando alguns erros e caminhos de melhoria. Ex.: “haja vista que” poderia substituir por “considerando”; “apresenta no filme” evitar repetições; conectivos como “além disso”/“consequentemente” podem melhorar coesão. Proposta de intervenção já contém agente, ação, meio e finalidade, mas pode detalhar mais: especificar métricas de resultado, prazos e responsáveis. Sugestão de reescrita breve: “O Ministério da Educação deve ampliar investimentos em formação docente e adaptação de escolas, por meio de recursos pedagógicos acessíveis, com o objetivo de promover um ambiente inclusivo; o alcance dessas ações deve ser avaliado em 2 anos.”
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