- 12 Abr 2018, 22:23
#2769
É inegável afirmar que a tecnologia tem revolucionado o Brasil e o mundo, mudado a forma de pensar e interagir. As formas de conexão digital começaram a aparecer nos lugares mais inusitados, e atualmente, foram postos em discussão seus benefícios e desvantagens quanto à sua utilização nas salas de aula.
É impossível sair às ruas e não observar dezenas de pessoas conectadas a seus aparatos digitais; este fenômeno, já em demasiado difundido hodiernamente, é mais popularizado entre os jovens, que mesmo em ambiente escolar insistem em utilizar seus celulares enquanto assistem a aulas. Sob a desculpa de haver a possibilidade de digitar, jogar ou ouvir música e ao mesmo tempo aprender na sala de aula persiste a utilização dos pequenos telefones móveis, o resultado, já comprovado por especialistas, é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, apresentado sob a forma da dispersão, falta de foco e atenção, que acarreta no pouco rendimento das aulas e aprendizado.
Relativo à tecnologia, é perceptível que não se pode ficar alheio a ela, uma vez que diversos aplicativos e redes difusoras de informações podem ser utilizados em benefício a quem sabe selecioná-los e separar o útil do fútil. Em sua conhecida ciência, Charles Darwin afirma que seres vivos que mais sobrevivem não são os mais fortes, mas sim os melhor adaptados; por conseguinte, ao conformar este conhecimento à modernidade sabe-se que é necessário dispor dos meios tecnológicos com inteligência. Infelizmente, muitos alunos ainda lidam com a tecnologia de modo inadequado e acabam ilusoriamente dando prioridade a assuntos menos necessários, o que prejudica o seu futuro.
Para conciliar a tecnologia ao aprendizado, não é necessária a abolição de smartphones para o estudo. Durante as aulas, a fim de que não ocorram dispersões e se amplie o foco imprescindível é o total foco no professor, por isso, nenhum aparelho digital deve substituí-lo não obstante, para complemento do aprendizado escolar podem ser implantados por alunos, professores e a escola meios de interação como grupos de debate de temas de aulas, equipes de estudo digital, espaço para pesquisas escolares e trabalhos com finalidade de incluir a tecnologia, como vídeos, áudios e entrevistas. Além destes meios, os conjuntos de difusão de informação também podem contribuir com a criação de plataformas de estudos, a exemplo do programa Hora do Enem parceria do MEC e empresas ligadas à educação que com exercícios vídeos e simulados atingem o equilíbrio entre a tecnologia e os estudos.
É impossível sair às ruas e não observar dezenas de pessoas conectadas a seus aparatos digitais; este fenômeno, já em demasiado difundido hodiernamente, é mais popularizado entre os jovens, que mesmo em ambiente escolar insistem em utilizar seus celulares enquanto assistem a aulas. Sob a desculpa de haver a possibilidade de digitar, jogar ou ouvir música e ao mesmo tempo aprender na sala de aula persiste a utilização dos pequenos telefones móveis, o resultado, já comprovado por especialistas, é o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, apresentado sob a forma da dispersão, falta de foco e atenção, que acarreta no pouco rendimento das aulas e aprendizado.
Relativo à tecnologia, é perceptível que não se pode ficar alheio a ela, uma vez que diversos aplicativos e redes difusoras de informações podem ser utilizados em benefício a quem sabe selecioná-los e separar o útil do fútil. Em sua conhecida ciência, Charles Darwin afirma que seres vivos que mais sobrevivem não são os mais fortes, mas sim os melhor adaptados; por conseguinte, ao conformar este conhecimento à modernidade sabe-se que é necessário dispor dos meios tecnológicos com inteligência. Infelizmente, muitos alunos ainda lidam com a tecnologia de modo inadequado e acabam ilusoriamente dando prioridade a assuntos menos necessários, o que prejudica o seu futuro.
Para conciliar a tecnologia ao aprendizado, não é necessária a abolição de smartphones para o estudo. Durante as aulas, a fim de que não ocorram dispersões e se amplie o foco imprescindível é o total foco no professor, por isso, nenhum aparelho digital deve substituí-lo não obstante, para complemento do aprendizado escolar podem ser implantados por alunos, professores e a escola meios de interação como grupos de debate de temas de aulas, equipes de estudo digital, espaço para pesquisas escolares e trabalhos com finalidade de incluir a tecnologia, como vídeos, áudios e entrevistas. Além destes meios, os conjuntos de difusão de informação também podem contribuir com a criação de plataformas de estudos, a exemplo do programa Hora do Enem parceria do MEC e empresas ligadas à educação que com exercícios vídeos e simulados atingem o equilíbrio entre a tecnologia e os estudos.
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