- 17 Mar 2021, 20:50
#56398
No contexto atual, a mulher passou a adquirir mais espaço na luta pelos seus direitos e na garantia da cidadania, porém, o trajeto para atingir a equidade está apenas no começo. Pois, além de repreensão de uma parcela da população masculina, ainda convivemos com um ódio direcionado às mulheres.
Séculos atrás, na sociedade grega antiga observamos o significado da palavra “cidadão”, eram todos aqueles que tivessem condições de opinar sobre os rumos da pólis. E só eram considerados cidadãos os homens com mais de 21 anos, que fossem atenienses e filhos de pais atenienses. Privando as mulheres do seu direito de opinião. Desta forma, além do sufrágio feminino ter sido um grande passo no protagonismo da mulher, houve a passagem para o lado ativo de se tornar um cidadão. Embora, parte da população masculina não vê isso com bons olhos, o empoderamento feminino além de utilizar de movimentos sociais para chegar aos seus objetivos, este luta contra o feminicídio e a violência direcionada as mulheres. Em países como no Oriente Médio, infelizmente, a questão da quebra de paradigmas ainda não se estabeleceu, todavia isso não remove a escolha, da sociedade feminina ali vista, de continuar lutando pela igualdade de representação e de seus direitos.
Portanto, ações são necessárias para resolver estes desafios evidenciados no cotidiano das mulheres, é importante que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos se comunique com disposição com mulheres que relataram violência doméstica aconselhando e apoiando a vítima. Além disso, campanhas para uma aprovação de uma cota do gênero feminino em empresas e também nas esferas de poder, desta forma, a mulher conquista aos poucos seu espaço, visando à igualdade de representação dos gêneros.
Séculos atrás, na sociedade grega antiga observamos o significado da palavra “cidadão”, eram todos aqueles que tivessem condições de opinar sobre os rumos da pólis. E só eram considerados cidadãos os homens com mais de 21 anos, que fossem atenienses e filhos de pais atenienses. Privando as mulheres do seu direito de opinião. Desta forma, além do sufrágio feminino ter sido um grande passo no protagonismo da mulher, houve a passagem para o lado ativo de se tornar um cidadão. Embora, parte da população masculina não vê isso com bons olhos, o empoderamento feminino além de utilizar de movimentos sociais para chegar aos seus objetivos, este luta contra o feminicídio e a violência direcionada as mulheres. Em países como no Oriente Médio, infelizmente, a questão da quebra de paradigmas ainda não se estabeleceu, todavia isso não remove a escolha, da sociedade feminina ali vista, de continuar lutando pela igualdade de representação e de seus direitos.
Portanto, ações são necessárias para resolver estes desafios evidenciados no cotidiano das mulheres, é importante que o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos se comunique com disposição com mulheres que relataram violência doméstica aconselhando e apoiando a vítima. Além disso, campanhas para uma aprovação de uma cota do gênero feminino em empresas e também nas esferas de poder, desta forma, a mulher conquista aos poucos seu espaço, visando à igualdade de representação dos gêneros.