- 22 Nov 2021, 19:29
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O filósofo Raimundo de Teixeira Mendes, em 1989, adaptou o lema "Ordem e progresso" não só para a bandeira nacional brasileira, mas também para a nação que, atualmente, enfrenta inúmeros empecilhos para seu desenvolvimento. Certamente, entre eles, destaca-se o desafio da garantia do acesso ao registro civil no Brasil. Desse modo, isso se deve, principalmente, à negligência estatal e à lacuna educacional.
Diante desse cenário, a ineficácia governamental protagoniza a manifestação do revés. Na obra "Cidadão de Papel", do escritor Gilberto Dimenstein, é expresso que a legislação brasileira é ineficaz. Ademais, a afirmação feita na obra literária se presencia fora das páginas, pois parte do Estado não contribue efetivamente para o direito a documentação. Inegavelmente, um bom exemplo deste fato é que milhares de pessoas vivem em situação de rua, e muitas vezes não possuem documentos pelo fato de não ter moradia e consequentemente haver perdas das vias originais. Nesse sentido, é fundamental que os líderes nacionais procure métodos plausíveis para evitar a invisibilidade de indivíduos em situações precárias.
Observa-se, além disso, que a falha na educação é outro fator a ser mencionado. Segundo o educador e filósofo Paulo Freire, se a educação sozinha não muda a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Nessa perspectiva, a realidade do corpo social brasileiro manifesta uma educação excludente, porque muitos cidadãos não conseguem se alfabetizar e acabam se prejudicando. Com isso, muitos brasileiros optam por não se registrar, seja por vergonha de não saber ler e escrever ou até por ignorância ao pensar que o assunto é irrelevante. Sob esse viés, é essencial que haja mudanças no ensino escolar para dar fim a falta de conhecimento.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar este contratempo. Por certo, cabe ao Ministério da Educação e o Ministério da Economia — órgãos responsáveis pelo bem-estar da população — criar um auxílio para ajudar os mais carentes a ter uma moradia e por consequência conseguir guardar com mais segurança os registros civis, por meio de verbas públicas e também investir mais nos centros educacionais, por intermédio de minicursos para reforçar o aprendizado, de modo a democratizar a cidadania a toda população. Mediante tais medidas, o lema "Ordem e progresso" seria irrefutável.
Diante desse cenário, a ineficácia governamental protagoniza a manifestação do revés. Na obra "Cidadão de Papel", do escritor Gilberto Dimenstein, é expresso que a legislação brasileira é ineficaz. Ademais, a afirmação feita na obra literária se presencia fora das páginas, pois parte do Estado não contribue efetivamente para o direito a documentação. Inegavelmente, um bom exemplo deste fato é que milhares de pessoas vivem em situação de rua, e muitas vezes não possuem documentos pelo fato de não ter moradia e consequentemente haver perdas das vias originais. Nesse sentido, é fundamental que os líderes nacionais procure métodos plausíveis para evitar a invisibilidade de indivíduos em situações precárias.
Observa-se, além disso, que a falha na educação é outro fator a ser mencionado. Segundo o educador e filósofo Paulo Freire, se a educação sozinha não muda a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. Nessa perspectiva, a realidade do corpo social brasileiro manifesta uma educação excludente, porque muitos cidadãos não conseguem se alfabetizar e acabam se prejudicando. Com isso, muitos brasileiros optam por não se registrar, seja por vergonha de não saber ler e escrever ou até por ignorância ao pensar que o assunto é irrelevante. Sob esse viés, é essencial que haja mudanças no ensino escolar para dar fim a falta de conhecimento.
Portanto, medidas são necessárias para mitigar este contratempo. Por certo, cabe ao Ministério da Educação e o Ministério da Economia — órgãos responsáveis pelo bem-estar da população — criar um auxílio para ajudar os mais carentes a ter uma moradia e por consequência conseguir guardar com mais segurança os registros civis, por meio de verbas públicas e também investir mais nos centros educacionais, por intermédio de minicursos para reforçar o aprendizado, de modo a democratizar a cidadania a toda população. Mediante tais medidas, o lema "Ordem e progresso" seria irrefutável.