- 27 Nov 2021, 11:21
#83312
Percebeu-se, através de estudos e análises, como o "Mapa da Invisibilidade do Brasil", dos apelos de servidores públicos e, principalmente, nas enormes filas das Casas do Cidadão e de outras entidades de registro civil que, em pleno século 21, o acesso a certidão de nascimento é ineficiente. Esse problema é visivelmente justificado pela burocracia envolvida e pela falta de uma assistência social presente.
Na música "O Carimbador Maluco", Raul Seixas expressa sua indignação com a burocracia promovida pelo Estado no Regime Militar, como em "tem que ser selado, avaliado, carimbado, se quiser voar". Felizmente, a censura daquela época não está mais tão presente, mas o Brasil continuou adotando a burocracia como ferramenta de gestão até hoje. Gigantescas filas e papeladas para conseguir documentações básicas ainda interferem bastante na vida da população.
Além disso, percebe-se que a imensa maioria das pessoas não agraciadas com seu registro civil são negros e pobres. Tom Jobim, na canção "O Morro Não Tem Vez", afirma que: "quando derem vez ao morro toda cidade vai cantar". O "morro", segundo Jobim, a partir da análise feita anteriormente, teve sua assistência social negada. A ausência de um acompanhamento familiar e a falta de garantia de serviços ainda compromete a vida de vários brasileiros.
Diante do exposto, é evidente que medidas que permitem que o Estado reconheça essas pessoas como seus cidadãos e que os auxiliem socialmente durante toda a vida sejam propostas. O Poder Legislativo deve propor soluções que garantam o acesso às documentações básicas como a criação de um documento único e a migração para serviços digitais. Outrossim, o SUS deve aprimorar o acompanhamento familiar e domiciliar e ampliar assistência a recém-nascidos através de alterações na sua legislação.
Na música "O Carimbador Maluco", Raul Seixas expressa sua indignação com a burocracia promovida pelo Estado no Regime Militar, como em "tem que ser selado, avaliado, carimbado, se quiser voar". Felizmente, a censura daquela época não está mais tão presente, mas o Brasil continuou adotando a burocracia como ferramenta de gestão até hoje. Gigantescas filas e papeladas para conseguir documentações básicas ainda interferem bastante na vida da população.
Além disso, percebe-se que a imensa maioria das pessoas não agraciadas com seu registro civil são negros e pobres. Tom Jobim, na canção "O Morro Não Tem Vez", afirma que: "quando derem vez ao morro toda cidade vai cantar". O "morro", segundo Jobim, a partir da análise feita anteriormente, teve sua assistência social negada. A ausência de um acompanhamento familiar e a falta de garantia de serviços ainda compromete a vida de vários brasileiros.
Diante do exposto, é evidente que medidas que permitem que o Estado reconheça essas pessoas como seus cidadãos e que os auxiliem socialmente durante toda a vida sejam propostas. O Poder Legislativo deve propor soluções que garantam o acesso às documentações básicas como a criação de um documento único e a migração para serviços digitais. Outrossim, o SUS deve aprimorar o acompanhamento familiar e domiciliar e ampliar assistência a recém-nascidos através de alterações na sua legislação.