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Por narutim
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Na obra "Utopia", do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela à ausência de conflitos e problemas. Conquanto, o que se observa na realidade contemporânea é justamente o oposto do que o autor prega, visto que o acesso a um registro civil como a certidão de nascimento e o respeito para com as pessoas que não possuem esse documento ainda apresentam barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de more. Diante dessa perspectiva, convém analisarmos as principais consequências dessa inercial problemática no país.
Prelipuamente, é fulcral pontuar que não somente a falta de acesso a uma certidão de nascimento como também o desrespeito com os indivíduos que não possuem esse registro civil, deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), cerca de 1,15 milhões de pessoas não possuem registro civil na região sudeste no ano de 2015. Devido à falta de atuação das autoridades muitas pessoas continuam em situação de exclusão social e com difícil acesso a cidadania. Nesse sentido é necessário que essa postura negligente seja coibida.
Ademais, convém salientar ainda, o preconceito contra as pessoas que não possuem registro de nascimento como promotor do problema. Segundo Zygmunt Bauman, filósofo polonês, a falta de slides nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da "modernidade líquida" vivida no século XXI. De forma análoga a esse pensamento, é notório que ainda ocorra descriminação justamente pela sociedade atual se encontrar nesse estado de modernidade liquida, no qual o diálogo é prática inexistente com as pessoas as pessoas em situação de exclusão. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, visto que o preconceito contribui com esse quadro.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um país melhor. Descarte, com o intuito de mitigar o problema, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Cidadania, será revertido na criação de leis mais rígidas contra o preconceito em relação as pessoas sem registro de nascimento e que garantam, através de um melhor acesso a documentos pessoais com a correta orientação, o direito desses indivíduos. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o problema, e a coletividade alcançará a Utopia de More.
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