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Por Arilene
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No filme americano "Somos todos iguais", do diretor Michael Carney, foi retratado aspectos inerentes à vida de pessoas em situação de rua, ou seja, em vulnerabilidade social consequência esta negativa fruto dos aspectos do sistema capitalista.
Assim como na obra cinematográfica podemos fazer um comparativo da conjuntura atual da sociedade brasileira. recentemente segundo dados do ministro da economia Paulo Guedes o nosso país possui 38 milhões de invisíveis que foram descobertos em nossa sociedade período de pandemia sendo assistidos através de políticas públicas emergenciais.
Nesta ótica fica evidente o descaso histórico de exclusão social sofrida por este grupo de pessoas que têm a sua cidadania negada. Muitos nem sequer possuem RG, CPF ou documentos que comprovassem sua existência o que impossibilitou acesso a seus direitos enquanto cidadão.
Por mais lamentável que seja esta situação é imprescindível que os gestores públicos os que medidas efetivas para equacionar a escalada da desigualdade social no Brasil. Desta forma seria oportuno não só inicialmente assistir financeiramente esse grupo mais ressocializados e capacitados para serem inseridos na sociedade de maneira digna oferecendo acesso à educação, fomento ao empreendedorismo e acesso a linhas de crédito para terem a oportunidade de emergirem socialmente.
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