- 03 Mar 2022, 22:01
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"No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho", de maneira semelhante ao fragmento do poema de Carlos Droummond de Andrade, é possível fazer uma alusão metafórica da "pedra no meio do caminho" com o combate à fome no Brasil, uma vez que, metaforicamente a fome é um obstáculo na vida de milhares brasileiros que há séculos lutam contra a problemática, haja vista, o enigma precisa ser afastado da sociedade de forma frenética. Tal estorvo decorre da péssima administração Estatal e da desigualdade no meio social. Assim, é relevante a discussão desses aspectos, de modo a encontrar soluções para o empecilho.
Ademais, é importante destacar o descaso do Estado como agravante desse problema e a ausência de medidas estatais relacionada ao combate a fome no país. Em conformidade com a Constituição brasileira de 1988, norma suprema responsável por traçar os parâmetros do sistema jurídico brasileiro, é garantido a sociedade brasileira, em seu artigo 6, o direito a alimentação e segurança a todos os indivíduos. Todavia, na conjuntura hodierna, constata-se a ruptura desta cláusula. Outrossim, é notável realçar que o governo não exerce sua função com incumbências no meio contemporâneo, sendo assim, o mesmo também não desenvolve soluções para o problema, como elaborar programas com o intuito de realizar doações de cestas básicas, por exemplo. Destarte, a sociedade permanece obtendo tal impasse.
Por conseguinte, a desigualdade no meio social é o motivo que mais influência a razão da fome na população brasileira. Nesse viés, a desigualdade infere a alta concentração de renda e riqueza, uma vez que, está no fato de haver pessoas em estado crítico de insegurança alimentar em lugares sem problemas de abastecimento, tornando com a desigualdade seja a responsável pelo empecilho. No filme espanhol “O Poço”, os prisioneiros são confinados em uma torre e só podem se alimentar dos restos de comida do nível acima. É possível compreender no filme a questão da ordenação supracitada e a relação com a desigualdade social, sendo que, cada nível é uma classe social e os níveis mais baixos são os que recebem menos alimentos, gerando hierarquias e eminência representativas.
Dado o exposto acima, logo, somos levados a perceber que a fome é a grande problemática para a nação brasileira. Fica evidente, portanto, a necessidade governamental para atenuar essa questão. Assim, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Social, órgão responsável de promover a inclusão social, a segurança alimentar para o país, realizar assistências sociais e programas para combater a fome na sociedade, por intermédio de doações de cesta básicas, palestra sobre conscientização dos alimentos, realizar doações de comidas aos moradores de ruas e famílias desabrigadas. É necessário, entretanto, também que o Governo Federal como instância máxima do poder executivo, efetivar projetos sociais com a finalidade de diminuir a desigualdade social. Dessa forma, o Brasil poderá mitigar os efeitos dessa problemática e a sociedade terá a oportunidade de viver com subsistência de qualidade.
Ademais, é importante destacar o descaso do Estado como agravante desse problema e a ausência de medidas estatais relacionada ao combate a fome no país. Em conformidade com a Constituição brasileira de 1988, norma suprema responsável por traçar os parâmetros do sistema jurídico brasileiro, é garantido a sociedade brasileira, em seu artigo 6, o direito a alimentação e segurança a todos os indivíduos. Todavia, na conjuntura hodierna, constata-se a ruptura desta cláusula. Outrossim, é notável realçar que o governo não exerce sua função com incumbências no meio contemporâneo, sendo assim, o mesmo também não desenvolve soluções para o problema, como elaborar programas com o intuito de realizar doações de cestas básicas, por exemplo. Destarte, a sociedade permanece obtendo tal impasse.
Por conseguinte, a desigualdade no meio social é o motivo que mais influência a razão da fome na população brasileira. Nesse viés, a desigualdade infere a alta concentração de renda e riqueza, uma vez que, está no fato de haver pessoas em estado crítico de insegurança alimentar em lugares sem problemas de abastecimento, tornando com a desigualdade seja a responsável pelo empecilho. No filme espanhol “O Poço”, os prisioneiros são confinados em uma torre e só podem se alimentar dos restos de comida do nível acima. É possível compreender no filme a questão da ordenação supracitada e a relação com a desigualdade social, sendo que, cada nível é uma classe social e os níveis mais baixos são os que recebem menos alimentos, gerando hierarquias e eminência representativas.
Dado o exposto acima, logo, somos levados a perceber que a fome é a grande problemática para a nação brasileira. Fica evidente, portanto, a necessidade governamental para atenuar essa questão. Assim, cabe ao Ministério do Desenvolvimento Social, órgão responsável de promover a inclusão social, a segurança alimentar para o país, realizar assistências sociais e programas para combater a fome na sociedade, por intermédio de doações de cesta básicas, palestra sobre conscientização dos alimentos, realizar doações de comidas aos moradores de ruas e famílias desabrigadas. É necessário, entretanto, também que o Governo Federal como instância máxima do poder executivo, efetivar projetos sociais com a finalidade de diminuir a desigualdade social. Dessa forma, o Brasil poderá mitigar os efeitos dessa problemática e a sociedade terá a oportunidade de viver com subsistência de qualidade.