- 19 Mai 2022, 20:44
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A revolta da vacina, no ano de 1904, foi um movimento realizado pela população do Rio de Janeiro para manifestar a repulsa contra a campanha de vacinação da varíola que era obrigatória. O manifesto ocorreu por consequência da má informação sobre os benefícios da vacina e sua obrigatoriedade. Embora a revolta faça parte de uma realidade diferente do cenário atual brasileiro, o movimento antivacina ainda existe no Brasil. Dessa forma, a falta de conscientização sobre a importância da vacinação e o impacto na saúde pública são problemas evidentes.
A priopri, convém ressaltar o pré-conceito da sociedade ao utilizar medicamentos naturais da rede pública associado à propagação de fake news das reações das vacinas. Nesse sentido, é notório a não aceitação de algumas campanhas, como, por exemplo, a vacinação contra a gripe, de forma em que as pessoas têm receio das reações adversas causadas pela mesma, preferindo não se vacinar.
Como consequência disso, segundo o professor Luiz Carlos Dias, do Instituto de Química da Universidade de Campinas, muitas doenças que antes eram tidas como controladas, voltaram a se manifestar na sociedade, como é o caso do sarampo e da febre-amarela, que em 2016 teve seu maior aumento na população.
Dessa forma, o impacto na saúde traz um efeito negativo para a sociedade, sendo que, muito além da sua própria saúde, a vacinação é uma questão de responsabilidade social, afirma Dias. Assim, através de campanhas nacionais, o governo deve apresentar resultados que relacione a eficácia das vacinas associadas á não vacinação, para instruir a população não apenas da sua saúde, mas sim do coletivo. Desse modo, será possível o aumento da adesão às vacinas e a retomada do equilíbrio de doenças que antes eram tidas como controladas na sociedade.
A priopri, convém ressaltar o pré-conceito da sociedade ao utilizar medicamentos naturais da rede pública associado à propagação de fake news das reações das vacinas. Nesse sentido, é notório a não aceitação de algumas campanhas, como, por exemplo, a vacinação contra a gripe, de forma em que as pessoas têm receio das reações adversas causadas pela mesma, preferindo não se vacinar.
Como consequência disso, segundo o professor Luiz Carlos Dias, do Instituto de Química da Universidade de Campinas, muitas doenças que antes eram tidas como controladas, voltaram a se manifestar na sociedade, como é o caso do sarampo e da febre-amarela, que em 2016 teve seu maior aumento na população.
Dessa forma, o impacto na saúde traz um efeito negativo para a sociedade, sendo que, muito além da sua própria saúde, a vacinação é uma questão de responsabilidade social, afirma Dias. Assim, através de campanhas nacionais, o governo deve apresentar resultados que relacione a eficácia das vacinas associadas á não vacinação, para instruir a população não apenas da sua saúde, mas sim do coletivo. Desse modo, será possível o aumento da adesão às vacinas e a retomada do equilíbrio de doenças que antes eram tidas como controladas na sociedade.