- 09 Nov 2022, 21:46
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A colonização no Brasil - marcada pela extração predatória de recursos naturais - seguida de diversas políticas socioeconômicas duvidosas ao longo da história, deixou graves estigmas negativos no país. Isso se comprova ao notar que a nação está entre os dez países mais desiguais do mundo. Dessa forma, maneiras de organização da sociedade para o enfrentamento dos problemas econômicos atuais são indispensáveis para mudar essa triste situação, começando pela correção da inoperância estatal e da infimidade de discussões em relação ao tema.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que a débil ação do Poder Público tem íntima relação com o revés. Nesse aspecto, segundo o contratualista suíço Rousseau, o Estado deve governar em prol da organização e igualdade do povo. Todavia, ao não oferecer infraestrutura e incentivos fiscais suficientes à população de baixa renda - como programas de qualificação de mão de obra e apoio aos desempregados - perpetua-se um ciclo de pobreza em que os afetados não têm condições de atingir níveis básicos de vida, e deturpa-se, consequentemente, o contrato idealizado por Roussaeu. Desse modo, é inadiável que a assistência a esses cidadãos seja alcançada, a partir de medidas governamentais.
Ademais, é essencial citar a carência de reflexão do corpo social sobre a problemática como um de seus alicerces. Nessa perspectiva, revela-se na sociedade a teoria de Wittgenstein, sociólogo alemão, o qual afirma que os impasses na resolução dos problemas humanos encontram-se na dificuldade de debater-se crítico-construtivamente sobre um assunto. Sob essa ótica, vê-se que, grande parte dos indivíduos preferem discutir sobre ideologias e falas de políticos em época de eleição, ao invés de analisar e dialogar sobre seus planos de governo - documentos que contêm, entre outros, políticas econômicas a serem implantadas caso o candidato ganhe - que são fatores realmente determinantes para o futuro da região. Logo, é crucial combater a ignorância das massas que atesta, sobretudo, um cenário intolerante.
Portanto, medidas são necessárias para arranjar a multidão contra as adversidades financeiras da pátria. Destarte, a fim de ajudar a classe baixa sair dessa infeliz situação, o Ministério da Economia - responsável por organizar os gastos do governo federal - deve direcionar verba a criação de projetos que facilitem a inserção dos afetados no mercado de trabalho e atraiam empresas às áreas desiguais, por meio da Reforma Tributária. Concomitantemente, compete à comunidade, por meio das redes sociais, incitar debates a respeito dos melhores procedimentos capitais propostos pelos aspirante estatais. Assim, estabelecer-se-á uma sociedade na qual o contratualismo e a comunicação contribuirão para corrigir as cicatrizes históricas do país.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que a débil ação do Poder Público tem íntima relação com o revés. Nesse aspecto, segundo o contratualista suíço Rousseau, o Estado deve governar em prol da organização e igualdade do povo. Todavia, ao não oferecer infraestrutura e incentivos fiscais suficientes à população de baixa renda - como programas de qualificação de mão de obra e apoio aos desempregados - perpetua-se um ciclo de pobreza em que os afetados não têm condições de atingir níveis básicos de vida, e deturpa-se, consequentemente, o contrato idealizado por Roussaeu. Desse modo, é inadiável que a assistência a esses cidadãos seja alcançada, a partir de medidas governamentais.
Ademais, é essencial citar a carência de reflexão do corpo social sobre a problemática como um de seus alicerces. Nessa perspectiva, revela-se na sociedade a teoria de Wittgenstein, sociólogo alemão, o qual afirma que os impasses na resolução dos problemas humanos encontram-se na dificuldade de debater-se crítico-construtivamente sobre um assunto. Sob essa ótica, vê-se que, grande parte dos indivíduos preferem discutir sobre ideologias e falas de políticos em época de eleição, ao invés de analisar e dialogar sobre seus planos de governo - documentos que contêm, entre outros, políticas econômicas a serem implantadas caso o candidato ganhe - que são fatores realmente determinantes para o futuro da região. Logo, é crucial combater a ignorância das massas que atesta, sobretudo, um cenário intolerante.
Portanto, medidas são necessárias para arranjar a multidão contra as adversidades financeiras da pátria. Destarte, a fim de ajudar a classe baixa sair dessa infeliz situação, o Ministério da Economia - responsável por organizar os gastos do governo federal - deve direcionar verba a criação de projetos que facilitem a inserção dos afetados no mercado de trabalho e atraiam empresas às áreas desiguais, por meio da Reforma Tributária. Concomitantemente, compete à comunidade, por meio das redes sociais, incitar debates a respeito dos melhores procedimentos capitais propostos pelos aspirante estatais. Assim, estabelecer-se-á uma sociedade na qual o contratualismo e a comunicação contribuirão para corrigir as cicatrizes históricas do país.