- 12 Jan 2023, 10:18
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No livro "Cidade da Lua Crescente" a personagem principal, Bryce Quinlan, tem sua privacidade invadida quando suas conversas íntimas são expostas na mídia. De maneira análoga ao acontecimento do livro, diversas situações que excedem os limites entre a vida pública e a vida privada ocorrem no Brasil, causando consequências graves. Desse modo, tais problemáticas ocorrem, seja pelo uso incorreto dos aparatos tecnológicas, seja pela ausência de fiscalização.
Nesse viés, o mau uso das redes rompe limites entre o que pode ser exposto e o que pode ser particular, fazendo com que muitas pessoas acabem até mesmo se viciando na internet. Segundo a Constituição Federal de 1988, é direito de todos os cidadãos o acesso às mídias de maneira livre. Contudo, o uso exacerbado de redes faz com que os indivíduos percam a noção do que é ético ou não postar, expondo de maneira exagerada suas vidas. Dessa forma, esse uso indevido das redes sociais pode gerar diversos transtorno psicológicos, como depressão e ansiedade.
Ademais, a carência de uma fiscalização rígida e eficaz facilita a ocorrência das chamadas "fake news". De acordo com a Carta Magna criada em 1988, disseminar notícias falsas é crime. Entretanto, não há nenhum meio que verifique rigorosamente quais informações são verdadeiras e quais são mentiras. Nesse sentido, cada vez mais notícias desprovidas de verdade circulam na internet sem que os autores delas sejam punidos, além de prejudicar inocentes.
Infere-se, portanto, a necessidade de garantir que os limites entre o público e o privado seja respeitado. Logo, a família, responsável pela formação ética do indivíduo, deve garantir que o parente entenda o que é saudável ou não postar, impondo limites. Além disso, a mídia, maior meio de comunicação da atualidade, deve garantir que a disseminação de fake news seja extinguida, isso por meio da criação de mecanismos que detectam quando uma informação é falsa e denuncia, com a finalidade de obter redes sociais mais seguras e rígidas.
Nesse viés, o mau uso das redes rompe limites entre o que pode ser exposto e o que pode ser particular, fazendo com que muitas pessoas acabem até mesmo se viciando na internet. Segundo a Constituição Federal de 1988, é direito de todos os cidadãos o acesso às mídias de maneira livre. Contudo, o uso exacerbado de redes faz com que os indivíduos percam a noção do que é ético ou não postar, expondo de maneira exagerada suas vidas. Dessa forma, esse uso indevido das redes sociais pode gerar diversos transtorno psicológicos, como depressão e ansiedade.
Ademais, a carência de uma fiscalização rígida e eficaz facilita a ocorrência das chamadas "fake news". De acordo com a Carta Magna criada em 1988, disseminar notícias falsas é crime. Entretanto, não há nenhum meio que verifique rigorosamente quais informações são verdadeiras e quais são mentiras. Nesse sentido, cada vez mais notícias desprovidas de verdade circulam na internet sem que os autores delas sejam punidos, além de prejudicar inocentes.
Infere-se, portanto, a necessidade de garantir que os limites entre o público e o privado seja respeitado. Logo, a família, responsável pela formação ética do indivíduo, deve garantir que o parente entenda o que é saudável ou não postar, impondo limites. Além disso, a mídia, maior meio de comunicação da atualidade, deve garantir que a disseminação de fake news seja extinguida, isso por meio da criação de mecanismos que detectam quando uma informação é falsa e denuncia, com a finalidade de obter redes sociais mais seguras e rígidas.