- 25 Mar 2023, 15:29
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"Aqui na NASA a urina é da mesma cor", essa é a frase mais emblemática do personagem Al Harrison, do filme Estrela além do tempo, que retrata a segregação racial ocorrida na NASA nos anos 60. Esses estigmas raciais, ainda presentes na sociedade de brasileira, geram efeitos nocivos a comunidade negra, como por exemplo, a desigualdade de oportunidade entre brancos e negro e a violência contra negros.
Dessa forma, é importante analisar que no Brasil a diferença de oportunidades entre brancos e negros é uma das consequência do preconceito racial. Para a filósofa brasileira, Djamila Ribeiro, mulher negra, com lugar de fala, "para pensar soluções para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade", ou seja, para que essas desigualdades sejam resolvidas, é necessário que seja admitido o problema que existe, que negros e brancos têm oportunidades de aprendizagem e estudos diferentes, o que reflete nas oportunidades de emprego e ascensão profissional. É importante também que haja discussão sobre isso, que falem sobre o assunto, que o preconceito racial seja tirado da invisibilidade.
Além disso, outro efeito muito mais devastador do racismo é a violência, tanto no que tange à falta de aceitação da diferença entre a cor da pele e a sensação de supremacia da comunidade branca, como na questão da marginalização da pessoa negra, onde o negro é sempre visto como marginal, independente do contexto. Para Chimamanda Adichie, os estereótipos limitam o pensamento humano, limitam as relações entre os diferentes, ainda mais, podem levar reações e atitudes agressivas, como no caso do assassinato de George Floyd.
Portanto, é necessário que o problema do preconceito racial e seus efeitos sejam resolvidos. Para isso, é importante que o Estado, como promotor do bem-estar social e equidade, crie leis de incentivos para empresas que designarem um percentual mínimo de contratação de negros. Além disso, deve também aumentar os investimentos na educação de crianças e jovens negros, através da criação de projetos de educação e profissionalização e de investimento financeiro em benefícios sociais já existentes, ajudando as famílias e evitando que seus menores deixem de estudar para trabalhar, diminuindo a evasão escolar desse grupo e tentando minimizar a desigualdade de oportunidade entre brancos e negros.
Dessa forma, é importante analisar que no Brasil a diferença de oportunidades entre brancos e negros é uma das consequência do preconceito racial. Para a filósofa brasileira, Djamila Ribeiro, mulher negra, com lugar de fala, "para pensar soluções para uma realidade, devemos tirá-la da invisibilidade", ou seja, para que essas desigualdades sejam resolvidas, é necessário que seja admitido o problema que existe, que negros e brancos têm oportunidades de aprendizagem e estudos diferentes, o que reflete nas oportunidades de emprego e ascensão profissional. É importante também que haja discussão sobre isso, que falem sobre o assunto, que o preconceito racial seja tirado da invisibilidade.
Além disso, outro efeito muito mais devastador do racismo é a violência, tanto no que tange à falta de aceitação da diferença entre a cor da pele e a sensação de supremacia da comunidade branca, como na questão da marginalização da pessoa negra, onde o negro é sempre visto como marginal, independente do contexto. Para Chimamanda Adichie, os estereótipos limitam o pensamento humano, limitam as relações entre os diferentes, ainda mais, podem levar reações e atitudes agressivas, como no caso do assassinato de George Floyd.
Portanto, é necessário que o problema do preconceito racial e seus efeitos sejam resolvidos. Para isso, é importante que o Estado, como promotor do bem-estar social e equidade, crie leis de incentivos para empresas que designarem um percentual mínimo de contratação de negros. Além disso, deve também aumentar os investimentos na educação de crianças e jovens negros, através da criação de projetos de educação e profissionalização e de investimento financeiro em benefícios sociais já existentes, ajudando as famílias e evitando que seus menores deixem de estudar para trabalhar, diminuindo a evasão escolar desse grupo e tentando minimizar a desigualdade de oportunidade entre brancos e negros.