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Por dudaaah
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#121234
Na obra "Utopia", do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, no qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a mobilidade urbana como política
pública de combate à segregação socioespacial no Brasil apresento barreiros, os quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da desigualdade social como também da negligência governamental.

Precipuamente, é fulcral pontuar que o transporte urbano como política pública de redução da segregação socioespacial no país deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que coibam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, a desigualdade social conduz à exclusão social, falta de acesso a serviços essenciais, aumento da criminalidade em áreas marginalizadas e à perpetuação da pobreza. Isso gera um ciclo vicioso de privação de oportunidades e cidadania restrita. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar a negligência governamental como promotor do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, a fluidez das relações e instituições sociais dificulta a criação de estruturas duradouras e planejamento a longo prazo. Partindo desse pressuposto, a falta de comprometimento com soluções de longo prazo devido à ênfase na mudança constante e à relutância em estabelecer estruturas rígidas. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a mobilidade urbana como política
pública de combate à segregação socioespacial no Brasil contribui para a perpetuação desse quadro deletério.

Assim, medidas exequíveis são necessários para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar os meios de transporte como meios de combate à segregação socioespacial no país necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Estado, será revertido em mobilidade inclusiva, através de redução do custo da passagem e melhoria na qualidade do transporte. Desse modo, a sociedade brasileira ficará mais próxima da Utopia de More.
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