Avatar do usuário
Por Saraxhftchg
Tempo de Registro Quantidade de postagens
#128924
Em 1980 foi detectado o primeiro infectado pelo vírus HIV no Brasil, mas apenas três anos depois foi confirmado o caso de morte por decorrência da AIDS no país. É importante ressaltar que o vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana) e a AIDS não são sinônimos, o vírus é o causador da doença, no Brasil o estigma sobre esse vírus se fez por tantos números de mortos por contato com infectados o que na época por pouca informação acreditava-se que era uma doença exclusiva para homossexuais, mais tarde descoberto que a infecção também acontecia pelo compartilhamento de seringas entre usuários de drogas, na época também existiram informações que apenas pelo toque se contraia a doença, estigma derrubado pela princesa Diana que em 1987 abriu uma clínica de HIV/AIDS no Reino Unido em Londres, quando a doença estava virando um caso de saúde global, e neste mesmo lugar que frequentava com frequência Diana apertou a mão de um paciente com AIDS, sem luva, gerando grande comoção no mundo e desvinculando o preconceito com os portadores do vírus e da doença.
Estudos revelam que no Brasil a taxa de portadores aumentou entre 2020 e 2022 em dezessete por cento, números consideravelmente autos desde quando o vírus surgiu no país. No Brasil o números de pessoas infectadas aumentam devido ao constrangimento gerado pela sociedade por falta de conscientização humanitária, a UNAIDS organização que cuida e faz estudos para portadores, revelou que infectados até aos dias de hoje sofre o preconceito da família, amigos e perdem até mesmo seus empregos por medo da contaminação, em um país onde se agregam vários tipos de intolerância é inadmissível que isso ainda aconteça, e por conta desses comportamentos contrários, mais infectados surgem e consideravelmente mais mortos pela doença, tentando evitar o desconforto da descriminalização os mesmos não procuram ajuda, preconceito que foi escrito lá no passado, carregado de informações infundadas gerando o cenário que infelizmente ainda vemos até os dias de hoje.
O combate contra esse estigma é necessário e urgente, não só pelo mês de campanha (dezembro vermelho, mês da prevenção contra as ISts) mas é imprescindível que criem movimentos e organizações públicas para o combate ao preconceito, além de melhorias ao tratamento feito pelo SUS e a existência de programas de conscientização e espaços saudáveis para esse grupo de pessoas, gerando leis que capacitam os portadores a serem ouvidos e não descriminalizados.
NOTA GERAL (USUÁRIOS)
Sem
nota
Pontuar
NOTA AUTOMÁTICA (IA)
Sem
nota
Desbloquear

O criador da Turma da Mônica Maurício de Souza, na[…]

Redes Sociais

As redes sociais são meio de comunicação entre as […]

A música "Rosas", da banda Atitude Femin[…]

No filme " O telefone preto" os personag[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Seu Cookie

O Corrija.com utiliza cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência, de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.

Aguarde…
Não atualize a página.