- 29 Mai 2024, 16:45
#130086
São Tomás de Aquino defendeu que todas as pessoas devem ter acesso as mesmas oportunidades e serem tratadas com a mesma importância. Porém, quanto a baixa aderência vacinal, afetando crianças e adolescentes, contradiz o ponto de vista do filósofo, uma vez que no Brasil esse grupo é vítima constante de descriminação. Nesta perspectiva, percebe-se a consolidação de um problema em virtude da negligência governamental e ausência de debates.
Cabe ressaltar, a princípio que a escassez de estrutura pública é fator determinante desta adversidade. Nesse sentido, Abraham Lincoln, sempre reforçou a ideia de que a política é serva do povo e não o contrário. Com efeito em relação as pessoas que não se vacinam, em decorrência de notícias falsas, tendo seu entendimento fragilizado, quanto a importância da imunização o que percebe-se, é justamente, o pensamento oposto ao que Lincoln defendeu, pois não há metas públicas que atuem na promoção massiva dos mecanismos de saúde. Desta forma, devido a um governo negligente em suas funções esse segmento demográfica é restrito do pleno acesso a cobertura vacinal.
Além disso, outro ponto encontrado é o silenciamento social. Em consonância a isso, o filósofo Focault defendeu que na sociedade pós-moderna alguns temas são silenciados para manter estruturas de poder. Sob esse viés, nota-se uma lacuna argumentativa no que se refere a contribuição dos pais na baixa aderência vacinal, expondo seus filhos a doenças já erradicadas, como sarampo, mesmo já havendo meios para o não adoecimento, principalmente nas escolas onde o número de pessoas alcançadas pela temática será maior e a busca por direitos sociais também, por exemplo, o respeito as indicações médicas e o direito a dignidade de acesso aos serviços de vacinação. Assim, trazer a tona esse tema e debatê-lo amplamente aumentaria as chances de atuação nele.
Portanto, medidas precisam ser tomadas. A esse respeito, é preciso que prefeituras em parcerias com as escolas promovam rodas de conversa e debates no ambiente escolar a respeito do impacto negativo da baixa aderência vacinal. Tais eventos, podem ocorrer no período extraclasse contando com a presença de professores e convidados especialistas no assunto, além disso, esses eventos não podem ser limitado apenas aos alunos, mais devem ser abertos a comunidade, a fim de que mais pessoas compreendam a importância do cumprimento da agenda vacinal pela população, e tornem cidadãos mais conscientes na busca de soluções para os índices baixos de imunização, e o ressurgimento de doenças no Brasil.
Cabe ressaltar, a princípio que a escassez de estrutura pública é fator determinante desta adversidade. Nesse sentido, Abraham Lincoln, sempre reforçou a ideia de que a política é serva do povo e não o contrário. Com efeito em relação as pessoas que não se vacinam, em decorrência de notícias falsas, tendo seu entendimento fragilizado, quanto a importância da imunização o que percebe-se, é justamente, o pensamento oposto ao que Lincoln defendeu, pois não há metas públicas que atuem na promoção massiva dos mecanismos de saúde. Desta forma, devido a um governo negligente em suas funções esse segmento demográfica é restrito do pleno acesso a cobertura vacinal.
Além disso, outro ponto encontrado é o silenciamento social. Em consonância a isso, o filósofo Focault defendeu que na sociedade pós-moderna alguns temas são silenciados para manter estruturas de poder. Sob esse viés, nota-se uma lacuna argumentativa no que se refere a contribuição dos pais na baixa aderência vacinal, expondo seus filhos a doenças já erradicadas, como sarampo, mesmo já havendo meios para o não adoecimento, principalmente nas escolas onde o número de pessoas alcançadas pela temática será maior e a busca por direitos sociais também, por exemplo, o respeito as indicações médicas e o direito a dignidade de acesso aos serviços de vacinação. Assim, trazer a tona esse tema e debatê-lo amplamente aumentaria as chances de atuação nele.
Portanto, medidas precisam ser tomadas. A esse respeito, é preciso que prefeituras em parcerias com as escolas promovam rodas de conversa e debates no ambiente escolar a respeito do impacto negativo da baixa aderência vacinal. Tais eventos, podem ocorrer no período extraclasse contando com a presença de professores e convidados especialistas no assunto, além disso, esses eventos não podem ser limitado apenas aos alunos, mais devem ser abertos a comunidade, a fim de que mais pessoas compreendam a importância do cumprimento da agenda vacinal pela população, e tornem cidadãos mais conscientes na busca de soluções para os índices baixos de imunização, e o ressurgimento de doenças no Brasil.