- 02 Jun 2024, 16:23
#130245
No livro ‘’O contrato social’’, Jean-Jacques Rousseau afirmou que o Estado, mediante a legalidade, deve assegurar a harmonia do corpo social e garantir as vantagens da comunidade. Todavia, no Brasil, o fato de muitos brasileiros não conseguirem emprego em suas áreas de formação apresenta divergência em relação à tese do filósofo, uma vez que os cidadãos mesmo com o diploma na mão não conseguem adentrar ao mercado de trabalho. Dessa forma, para mediar os pilares que sustentam a problemática, deve-se abordar dois aspectos: a mentalidade coletiva e a ineficiência das esferas do poder.
Diante desse cenário, é necessário aprofundar o comportamento social. Nesse sentido, na obra “Cândido ou o Otimismo’’, Voltaire faz uma crítica à sociedade das aparências, em que o otimismo interfere na reflexão e camufla a dura realidade. Sob essa linha de raciocínio, é possível traçar um paralelo entre a formação acadêmica e o mercado de trabalho; e a afirmação do escritor, pois essa temática também mascara algo real: o número de formados em certas áreas e as vagas disponíveis. Desse modo, algumas profissões tem um número excessivo de graduados em relação à demanda de mercado.
Além disso, é importante destacar o fator governamental. A esse respeito, em “O leviatã”, Thomas Hobbes defendeu a ideia de que, em troca de segurança e bem estar, todos deveriam entregar a sua segurança ao governo. No entanto, no Estado brasileiro contemporâneo a desigualdade da qualidade do ensino não atende ao ideal do autor. Isso porque, a qualidade dos cursos varia significativamente entre instituições de ensino. Nesse prisma, as universidades menos prestigiadas podem não preparar adequadamente os alunos para o mercado de trabalho.
Resolver esses desafios requer uma abordagem integrada, envolvendo reformas educacionais que alinhem melhor a formação acadêmica às necessidades de mercado, politicas públicas que promovam o desenvolvimento econômico e a criação de empregos, além da iniciativa para melhorar a qualidade do ensino e oferecer mais oportunidades de experiência prática aos estudantes.
Diante desse cenário, é necessário aprofundar o comportamento social. Nesse sentido, na obra “Cândido ou o Otimismo’’, Voltaire faz uma crítica à sociedade das aparências, em que o otimismo interfere na reflexão e camufla a dura realidade. Sob essa linha de raciocínio, é possível traçar um paralelo entre a formação acadêmica e o mercado de trabalho; e a afirmação do escritor, pois essa temática também mascara algo real: o número de formados em certas áreas e as vagas disponíveis. Desse modo, algumas profissões tem um número excessivo de graduados em relação à demanda de mercado.
Além disso, é importante destacar o fator governamental. A esse respeito, em “O leviatã”, Thomas Hobbes defendeu a ideia de que, em troca de segurança e bem estar, todos deveriam entregar a sua segurança ao governo. No entanto, no Estado brasileiro contemporâneo a desigualdade da qualidade do ensino não atende ao ideal do autor. Isso porque, a qualidade dos cursos varia significativamente entre instituições de ensino. Nesse prisma, as universidades menos prestigiadas podem não preparar adequadamente os alunos para o mercado de trabalho.
Resolver esses desafios requer uma abordagem integrada, envolvendo reformas educacionais que alinhem melhor a formação acadêmica às necessidades de mercado, politicas públicas que promovam o desenvolvimento econômico e a criação de empregos, além da iniciativa para melhorar a qualidade do ensino e oferecer mais oportunidades de experiência prática aos estudantes.