- 04 Jun 2024, 14:46
#130298
A Constituição Federal de 1988 afirma que, "todos têm direito a vida". Entretanto, essa não é a realidade da nação verde e amarela que ainda vive em um universo na qual muitos são vítimas da falta de doação de sangue, uma vez que, o escasso conhecimento da população a respeito dessa temática e a negligência estatal são fortemente causadores dos obstáculos que levam ao agravamento desse fator. Portanto, deve-se buscar medidas que erradiquem tal questão no Brasil.
Primeiramente, deve-se debater acerca da ignorância das pessoas no que diz respeito a doação de sangue, já que, são vários indivíduos que não conhecem a importância de tal ação. Segundo o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, "a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo". Nesse sentido, percebe-se que as dificuldades para solucionar esse quadro no país advém não somente da precária educação mas, também, da alienação social, ou seja, da falta de interesse do povo, certo que, devido a falta de informação não se importam com o tema. Assim, mudanças devem ser realizadas afim de haver um progresso na sociedade brasileira.
Outrossim, é válido ressaltar a inoperância governamental como um dos principais impulsionadores desse problema no território nacional. De acordo com a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz, o governo vive em uma prática de eufemismo, ou seja, não dá a visibilidade necessária a situação de maneira que a mesma não é resolvida. Nessa ótica, é perceptível que o Estado não utiliza de toda a sua força sociopolítica para resolver tal problemática e, assim, agrava cada vez mais a questão social. Portanto, não se deve hesitar em aplicar ações que visem aniquilar esse problema.
Por fim, cabe ao Governo Federal, maior órgão da nação brasiliense, executar medidas por meio das Secretarias de Educação nos estados e municípios promovendo debates, projetos educativos e atividades que busquem conscientizar as pessoas sobre a importância de ser doador de sangue regularmente. Ademais, o Ministério da Saúde, departamento responsável pela preservação da saúde pública, através de propagandas, redes digitais e movimentos sociais, deve promover campanhas de incentivo a coletividade a se tornarem doadores de sangue, assim, abastecendo os postos de coletas e centros que necessitem de tal elemento. Dessa maneira, será assegurado a vida aos cidadãos conforme diz a Constituição Federal de 1988.
Primeiramente, deve-se debater acerca da ignorância das pessoas no que diz respeito a doação de sangue, já que, são vários indivíduos que não conhecem a importância de tal ação. Segundo o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela, "a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo". Nesse sentido, percebe-se que as dificuldades para solucionar esse quadro no país advém não somente da precária educação mas, também, da alienação social, ou seja, da falta de interesse do povo, certo que, devido a falta de informação não se importam com o tema. Assim, mudanças devem ser realizadas afim de haver um progresso na sociedade brasileira.
Outrossim, é válido ressaltar a inoperância governamental como um dos principais impulsionadores desse problema no território nacional. De acordo com a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz, o governo vive em uma prática de eufemismo, ou seja, não dá a visibilidade necessária a situação de maneira que a mesma não é resolvida. Nessa ótica, é perceptível que o Estado não utiliza de toda a sua força sociopolítica para resolver tal problemática e, assim, agrava cada vez mais a questão social. Portanto, não se deve hesitar em aplicar ações que visem aniquilar esse problema.
Por fim, cabe ao Governo Federal, maior órgão da nação brasiliense, executar medidas por meio das Secretarias de Educação nos estados e municípios promovendo debates, projetos educativos e atividades que busquem conscientizar as pessoas sobre a importância de ser doador de sangue regularmente. Ademais, o Ministério da Saúde, departamento responsável pela preservação da saúde pública, através de propagandas, redes digitais e movimentos sociais, deve promover campanhas de incentivo a coletividade a se tornarem doadores de sangue, assim, abastecendo os postos de coletas e centros que necessitem de tal elemento. Dessa maneira, será assegurado a vida aos cidadãos conforme diz a Constituição Federal de 1988.