A princípio, é crucial salientar que a omissão estatal é o principal empecilho no combate à arquitetura hostil. Sob essa ótica, John Locke, célebre filósofo, afirma que o Estado é responsável por garantir o bem-estar coletivo. Entretanto, a máquina administrativa rompe com a teoria de Locke, pois ela á inoperante em elaborar politicas públicas eficientes em prol de combater a arquitetura hostil porque por ser um problema multifacetado que exige ações conjuntas. Assim, sem o apoio necessário do governo, o problema tem a sua intervenção dificultada.
Ademais, o silêncio da sociedade é outra preocupação em relacão arquitetura hostil. Nesse tocante, o escritor irlandes Oscar Wilde defende que a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação. Contudo, seja porque não são culturalizadas nas escolas, seja porque são raramente orientadas pelos veiculos midiáticos, as pessoas tornam-se indiferentes à arquitetura hostil, visto que não demonstram sua insatisfação para mudar esse cenário, acomodando-se na esperança de que o governo promova a mudança desejada, o que não ocorre, limitando o avanço nessa questão. Posto isso, é inadmissivel que esse cenário caótico continue a perdurar.
Portanto, medidas devem ser tomadas para combater o a arquitetura hostil. Para isso, o governo estadual, órgão com função de zelar pelo povo, precisa investir recursos em moradia, por meio verbas, a fim de realizar palestras e debates com profissionais urbanização com o intuito de minimizar essa controversa. Tal ação objetiva instruir e conscientizar os envolvidos para impulsioná los a serem protagonistas na intervenção desse problema. Dessa forma, os governantes atuarão de forma eficaz e irão proporcionar a efetivação das garantias constitucionais conforme previstas na Carta Magna Nacional.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Para melhorar o domínio da norma-padrão, corrija erros como "á" para "à", "raizes" para "raízes" e ajuste a concordância em "em prol de combater". Na competência argumentativa, reforce a conexão entre os argumentos e as evidências. Por exemplo, ao citar Locke, explique mais claramente como a inoperância estatal viola sua teoria. Na proposta de intervenção, detalhe melhor o meio e a ação; por exemplo, especifique que tipo de debates seriam realizados e onde.
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