Antes de tudo, percebe-se um evidente descaso governamental em relação a essa questão. A Constituição Federal de 1988 estabelece que é dever do Estado garantir a todos os cidadãos o direito à vida, à educação, à segurança e à proteção contra qualquer forma de negligência. Contudo, essa premissa parece ter sido esquecida, visto que são mínimos os esforços para a inclusão de pessoas da periferia na sociedade brasileira. Nesse cenário, a inoperância governamental é um dos maiores causadores para essa prática, pois a negligência governamental não oferece recursos para a população em casos de vulnerabilidades e extrema pobreza. Isso representa um empecilho para a ordem do país.
Além disso, é importante destacar as desigualdades sociais nesse contexto. A filósofa Hannah Arendt menciona: "A essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos". No entanto, isso não ocorre na prática, visto que as desigualdades sociais são notável, pois na sociedade está voltada as redes sociais. Diante do exposto, inúmeras pessoas são vítimas de hateres diariamente apenas por postarem vídeos na internet. Com isso casos de pessoas sofrem com isso não são levadas a sério por causa das negligências das autoridades. Diante disso pessoas que praticam e fazem o uso dos hateres não sofrem advertências.
Portanto, cabe ao Estado investir uma maior parcela do PIB para que todos possam viver em uma sociedade igual para todos sem desigualdade social. Essa ação deve ocorrer por meio do Ministério da Comunicação, órgão responsável por elaborar planos e políticas públicas voltadas ao acesso livre á internet para todos independentemente da classe social e em espaços públicos onde a internet não é alcançada. Com isso, a desigualdade social não será mais um problema para a população em vulnerabilidades. Tal ação tem por finalidade remediar não somente a omissão governamental, mas também as desigualdades sociais.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
O texto apresenta alguns erros gramaticais, como "á internet" (deve ser "à internet") e "notável" (deve ser "notáveis"). Para melhorar a clareza, reescreva trechos confusos, como “as desigualdades sociais são notável” para “as desigualdades sociais são notáveis”. A argumentação pode ser fortalecida com exemplos concretos sobre as consequências da omissão governamental. Além disso, a proposta de intervenção poderia detalhar melhor o agente e a ação. Por exemplo: em vez de apenas mencionar o Ministério da Comunicação, especifique um programa ou iniciativa que poderia ser implementado.
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