Nessa linha de raciocínio, é primordial destacar que a carência de investimentos em falta de fiscalização das plataformas deriva da ineficácia do Poder Público, no que concerne à criação de mecanismos, os quais coíbam tais recorrências. Sob a perspectiva do filósofo contratualista John Locke, o Estado foi criado por um pacto social para assegurar os direitos fundamentais dos indivíduos e proporcionar relações harmônicas. Entretanto, é notório o rompimento desse contrato social no cenário hodierno brasileiro, visto que, devido à baixa de atuação das autoridades, esse problema tem se mostrado duradouro trazendo com si várias consequências contra as crianças desde aparição podofilos, crimes, problemas psicológicos, adultos disfuncionais, etc. Destarte, fica evidente a ineficiência da máquina administrativa na resolução dessa situação caótica.
Além disso, a carência de normalização da adultização na sociedade a presenta-se como outro desafio da problemática. De acordo com o filosofo Neil Postman em seu livro “O Desaparecimento da Infância”. Tal conceito abordado é materializado no Brasil, haja vista que o problema ao invés de ter se tornado algo incomum é visto como normal em nosso meio social desde vermos crianças nas ruas trabalhando até em shows ou festas bebendo como se fosse normal o que, consequentemente, leva ao crescimento de adultos disfuncionais para a sociedade. Logo, tudo isso retarda o combate à adultização, já que a normalização da adultização contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
Infere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da diminuição da adultização. Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, o qual será proporcionado por uma alteração na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ampliar o controle das plataformas e de locais que são feitos a adultos, por meio de palestras ministradas por profissionais especializados na área como psicólogos, educadores, assistentes socias, visando ter o controle total dessas plataformas. Dessa forma, podendo-se concretizar a "Utopia" de Morus na sociedade brasileira.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros principais: Competência 1: muitos equívocos e falhas de norma (“Thomas Morus” incorreto, uso de “em falta de fiscalização”/“baixa de atuação”, conectivos inadequados e impressão de enumerações confusas). Sugestão: corrigir para “Thomas More” e reformular: “A obra Utopia de More descreve uma sociedade ideal; no Brasil, a adultização é um problema real.” Competência 2: tema não desenvolvido com clareza; evite generalizações sem dados. Competência 3: ideias vagas; organize em argumentos com exemplos concretos. Competência 4: use conectivos de forma mais coesa e evite repetição de termos. Competência 5: intervenção proposta existe elementos (agente, ação, meio, finalidade) mas carece de detalhamento prático (quem, como, onde, quando, qual impacto). Exemplo de melhoria: “Congresso Nacional, por meio de emenda à LDO, aumente 2% do orçamento destinado à fiscalização de plataformas digitais, porém com metas trimestrais, acompanhamento por uma comitiva e ações educativas em escolas, visando reduzir a exposição de crianças a conteúdos inadequados.”
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