De início, é necessário destacar a invisibilidade com raízes históricas de povos tradicionais, remetendo ao período de colonização brasileira. Durante este período, povos, como os indígenas e quilombolas, eram subjugados à cultura portuguesa, que os impedia de manifestarem os seus costumes tradicionais, culminando na desvalorização e perda de línguas originárias indígenas, por exemplo, e na exposição tardia de conhecimentos sobre povos afro-brasileiros e suas origens, que tiveram sua história resumida, em sua maioria, a crueldade da escravidão.
Ademais, é importante ressaltar a marginalização social de comunidades tradicionais, englobando, além dos povos supracitados, ciganos e povos de terreiro. A discriminação perante suas manifestações culturais por parte da sociedade ainda é frequente, englobando, por exemplo, o cenário religioso, no qual religiões de matrizes africanas, crenças ciganas entre outras, tem seus ambientes de culto violados e adeptos da fé desrespeitados, contrariando a inviolabilidade de liberdade de crença e exercício de culto religioso proposta pelo Art. 5° inciso VI, da Constituição Federal.
Portanto, para eliminar a invisibilidade e marginalização de povos tradicionais do Brasil, é dever do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por seu amplo poder de atuação sobre a cultura nacional, penalizar quaisquer atos de discriminação de povos por suas manifestações culturais, expondo ao público as suas crenças e histórias, sem influência de culturas externas, tornando-as visíveis e valorizadas, a fim de promover a valorização da liberdade de expressão. Somente assim, estereotipizações, como em "Iracema", não farão mais parte da sociedade atual.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com estrutura sintática mediana para o grau de escolaridade exigido, porém com alguns desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Embora ainda possa apresentar alguns problemas no desenvolvimento das ideias, o tema, em seu texto, é bem desenvolvido, com indícios de autoria e certa distância do senso comum demonstrando bom domínio do tipo textual exigido.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.
Erros (C1): múltiplos problemas de norma (subjugados à → subjugados pela; tem → têm; inviolabilidade; vírgula before para; expressão “invisibilidade com raízes históricas”). Sugestão: revisar para: “subjugados pela cultura portuguesa”, “têm seus ambientes de culto violados”, “liberdade de crença e de culto” e fluidez de conectores. Erros (C2/C3): ideia geral pertinente, porém reduz a análise crítica a estereótipos; ampliar discussão histórica, dados ou autores. Erros (C4): uso de conectivos adequados, mas falhas de coesão em parágrafos longos; divida ideias e utilize conectivos de adição/contraste. Erros (C5): proposta de intervenção aparece, mas pode detalhar agente, ação, meio e finalidade com exemplos (campanhas educativas, políticas públicas, orçamento, monitoramento). Sugestão de intervenção mais detalhada: “agente: Ministério da Cultura; ação: promover políticas de valorização com financiamento específico; meio: programas educativos, museus e festivais; finalidade: reconhecer direitos culturais e reduzir discriminação.”
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