Em consequência disto, nota-se a pobreza e desigualdade de renda fator determinante da insegurança alimentar, pois o aumento do custo de vida e o desemprego reduzem o poder de compra das famílias, comprometendo a qualidade e a quantidade dos alimentos consumidos. Além disso, a prioridade de gastos básicos considerados indispensáveis à sobrevivência como aluguel, energia, água e transporte, é outro agravante no contexto de vulnerabilidade alimentícia social. Esse cenário resulta no consumo de alimentos mais baratos e menos nutritivos ou, em situações com maior grau de gravidade, á restrição de refeições, deixando evidente a impossibilidade econômica de acesso.
Outro aspecto a ser abordado é, a fragilização ou insuficiência de políticas públicas de combate à fome contribui para a manutenção do problema, especialmente quando há falhas na assistência social, no apoio à agricultura familiar e na distribuição equitativa dos alimentos. Ainda, a descontinuidade de programas sociais voltados ao combate à pobreza, enfraquece a proteção das populações de situação e vulnerabilidade, uma vez que essas políticas funcionam como suporte mínimo de renda e acesso à alimentação. Esse cenário amplia a insegurança nutricional, por romper os mecanismos que garantiam regularidade no consumo, evidenciando o papel central do Estado na efetivação do direito à alimentação adequada.
Diante do exposto, é evidente que o enfrentamento da instabilidade alimentar exige ações integradas, como o fortalecimento de políticas públicas de combate a pobreza, incentivos à agricultura familiar e garantia do direito humano à alimentação adequada. É certo que combater a fome é uma responsabilidade coletiva e Estatal. Com objetivo de reduzir as desigualdades de renda e promover a todos os brasileiros justiça social.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora, de forma mediana, pouco consistente, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Erros de norma: várias ocorrências como “um a cada três brasileiros encontra-se afetados” (concordância/expressão confusa), “disto”/“disto” inadequados, uso de “á” em “à” e vírgulas mal colocadas. Sugestão: reescrever: “Segundo a FAO, cerca de um terço dos brasileiros enfrenta insegurança alimentar.” Conectivos: utilize transições claras entre causa, efeito e solução (pois, logo, assim). Proposta de intervenção: inclua agente, ação, meio e finalidade de forma explícita (Ex.: governo federal financia programas X, com parceiros Y, visando Z).
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