- 06 Dez 2021, 20:25
#83652
O projeto “Criptomoedas” foi criado em 2009, dando início com a sua primeira criptomoeda chamada Bitcon (moeda valorizada que vale milhões de dólares atualmente), é um projeto que abrange a digitalização do mercado financeiro e visa a brusca mudança do dinheiro impresso pelo dinheiro virtual que é bastante utilizada nos dias atuais. A digitalização da economia está presente em diversos campos distintos e é fundamental em um mundo tecnológico como nos dias de hoje. Visto esse panorama, é imprescindível ter meios necessários para realizar a mudança do mercado antiquado para o mercado atual.
Em primeira análise, constata-se que no século XXI, a população esteja vivendo a quarta fase da Revolução Industrial, fase que tem como tópico os avanços tecnológicos, como, por exemplo, a migração das empresas para o e-commerce, utilizando as plataformas digitais como Instagram, Facebook para divulgação de produtos, ou os bancos/cartões virtuais, onde possibilita fazer as compras ou pagar as contas sem necessariamente precisar sair de casa. Entretanto, há uma taxa da população que não confia no mundo tecnológico e acha arriscado se submeter a tais atitudes, por exemplo, um fato que ocorreu em 2020, o vazamento de dados do Presidente Bolsonaro, mostrando o quão frágil pode ser.
Vale ressaltar, ainda, uma das consequências da pandemia do Corona Vírus (Covid19) foi alavancar o uso da mídia por parte dos moradores. Exemplo disso foi o estudo a distância que revolucionou a forma de estudar e fez com que os jovens estudassem em casa assistindo vídeo aulas e se tornando autodidatas, ou os adultos pelo trabalho remoto, o home office que permitiu a retomada do trabalho através de reuniões através do zoom, por exemplo. Por isso, é evidente a utilização da tecnologia.
Urge, pois, que medidas sejam tomadas afim de democratizar o acesso à Internet. Ao Ministério da Tecnologia, caberia disponibilizar o acesso à Internet em diversos lugares, como, na escola, em bairros periféricos... com intuito de gerar acessibilidade. Para isso, deveria haver a criação de um projeto com fim de expandir Internet à essas pessoas excluídas. Desse modo, em consonância aos avanços tecnológicos e em uma sociedade moderna e dependente da economia digital, a eliminação dos obstáculos encaminharia a população para longe de uma vida antiquada.
Em primeira análise, constata-se que no século XXI, a população esteja vivendo a quarta fase da Revolução Industrial, fase que tem como tópico os avanços tecnológicos, como, por exemplo, a migração das empresas para o e-commerce, utilizando as plataformas digitais como Instagram, Facebook para divulgação de produtos, ou os bancos/cartões virtuais, onde possibilita fazer as compras ou pagar as contas sem necessariamente precisar sair de casa. Entretanto, há uma taxa da população que não confia no mundo tecnológico e acha arriscado se submeter a tais atitudes, por exemplo, um fato que ocorreu em 2020, o vazamento de dados do Presidente Bolsonaro, mostrando o quão frágil pode ser.
Vale ressaltar, ainda, uma das consequências da pandemia do Corona Vírus (Covid19) foi alavancar o uso da mídia por parte dos moradores. Exemplo disso foi o estudo a distância que revolucionou a forma de estudar e fez com que os jovens estudassem em casa assistindo vídeo aulas e se tornando autodidatas, ou os adultos pelo trabalho remoto, o home office que permitiu a retomada do trabalho através de reuniões através do zoom, por exemplo. Por isso, é evidente a utilização da tecnologia.
Urge, pois, que medidas sejam tomadas afim de democratizar o acesso à Internet. Ao Ministério da Tecnologia, caberia disponibilizar o acesso à Internet em diversos lugares, como, na escola, em bairros periféricos... com intuito de gerar acessibilidade. Para isso, deveria haver a criação de um projeto com fim de expandir Internet à essas pessoas excluídas. Desse modo, em consonância aos avanços tecnológicos e em uma sociedade moderna e dependente da economia digital, a eliminação dos obstáculos encaminharia a população para longe de uma vida antiquada.
- 22 Mai 2024, 19:51
#129858
- Estrutura incompleta.
- Erros gramaticais.
- Repetição de palavras/artigos, mais de 3 vezes.
Veja a estrutura completa da redação do ENEM:
ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM
1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)
A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)
C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)
2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)
1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)
A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)
C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)
D-conclusão (no máximo 2 linhas):
2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)
A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):
C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
D- conclusão(no máximo 2 linhas):
3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)
A- conectivo (no máximo 1 linha)
B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)
C-proposta de intervenção:
1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):
2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):
3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):
4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
- Erros gramaticais.
- Repetição de palavras/artigos, mais de 3 vezes.
Veja a estrutura completa da redação do ENEM:
ESTRUTURA DA REDAÇÃO DO ENEM
1-INTRODUÇÃO (1 parágrafo)
A-contextualização (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
B- tema (palavras-chaves)(no máximo 1 linha)
C-tese + 2 argumentos (2 problemas) (podem ser causas ou consequências) (no máximo 3 linhas)
2- DESENVOLVIMENTO (2 parágrafos)
1º parágrafo: Defender o 1º argumento da tese (problema 1)
A--tópico frasal (no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas)
C- exemplificação (repertório sociocultural)(no máximo 3 linhas)
D-conclusão (no máximo 2 linhas):
2º parágrafo: Defender o 2º argumento da tese (problema 2)
A-tópico frasal(no máximo 2 linhas):
B- explicação (argumento)(no máximo 3 linhas):
C- exemplificação (repertório sociocultural) (no máximo 3 linhas):
D- conclusão(no máximo 2 linhas):
3- CONCLUSÃO (1 parágrafo)
A- conectivo (no máximo 1 linha)
B- retomada dos dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento (no máximo 1 linha)
C-proposta de intervenção:
1- Quem vai resolver o problema? (agente)(no máximo 1 linha):
2- O que será feito? (ação)(no máximo 2 linhas):
3- Como será feito? (modo)(no máximo 2 linhas):
4- Para quê? (efeito) (para resolver os dois problemas citados na tese e defendidos no desenvolvimento)(no máximo 2 linhas):
A prática meticulosa e a correção criteriosa caminham lado a lado rumo à perfeição.