Em primeira análise, a falta de informação nos meios virtuais tem enfraquecido a confiança de grande parte da população em relação aos recursos preventivos. Sob esse viés, a pandemia da Covid-19 foi um marco de muito caos populacional devido as divergentes opiniões sobre seu imunizante, ela obteve muita informação falsa nas redes, conhecida como Fake News, que gerou a oposição de muitos em relação a sua vacina, e tudo isso por desinformação. Além disso, é fortemente visto também o poder dos meios virtuais quando usados da maneira incorreta e com justiças inativas, pois, qualquer pessoa tem a liberdade de postar algo falso nos dias de hoje. Com isso, é de extrema importância a preocupação da população com a busca de verdadeiras informações e sites extremamente confiáveis.
Ademais, o entendimento de que a vacinação ultrapassa a esfera individual, tem sido insuficiente na sociedade. Consoante ao filósofo Jean Jacques Rousseau, a convivência em sociedade exige que os indivíduos ajam em prol do bem coletivo, fazendo assim conexão com as pessoas que escolhem a não imunização sem pensar no bem do outro. Sob essa ótica, se torna falta de ética tal decisão, visto que, além da escolha de não se proteger, o indivíduo coloca em risco a saude de todos ao seu redor, e as pessoas que escolhem se imunizar se prejudicam apenas pela falta de responsabilidade de outras. Logo, a decisão sobre a vacinação não é algo individual e sim coletivo, porém, poucos entendem esta realidade e é necessário inverter este cenário.
É necessário, portanto, que o Ministério de Saúde amplie suas campanhas de vacinação juntamente com a Mídia e suas plataformas digitais aumentando palestras, anúncios e projetos sociais, e outras IA(s) com a finalidade de divulgar informações científicas acessíveis e remover conteúdos falsos para combater a desinformação e a fake news. Outrossim, as Escolas precisam providenciar mais palestras e teatros para explicação da importância de se vacinar para que haja a consciência desde cedo. Certamente, com as devidas medidas preventivas tomadas e iniciadas, o Brasil continuará e aumentará sua referência internacional com o PNI.
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C1 norma-padrão
Você atingiu aproximadamente 40% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. Seu texto apresenta estrutura sintática com certa organização, porém com muitos desvios morfossintáticos, de pontuação, de grafia ou de emprego do registro adequado ao tipo textual, que comprometem a compreensão das ideias.
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C2 Compreensão da proposta
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. Com essa pontuação, ou o tema da redação é desenvolvido adequadamente, porém de forma previsível, com pouco avanço em relação ao senso comum ou, embora o texto demonstre domínio adequado do tipo textual exigido, a progressão textual apresenta algum problema.
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C3 seleção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, ou seja, os argumentos estão pouco articulados, além de relacionados de forma pouco consistente ao ponto de vista defendido.
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C4 construção de argumentos
Você atingiu aproximadamente 60% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula de forma mediana as partes do texto com inadequações ou alguns desvios e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos.
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C5 Proposta de Intervenção
Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.
Erros gramaticais (ex.: “pontinhos de saúde”, “devido as divergentes”; uso inadequado de conectivos) comprometem a norma-padrão. Grande dispersão de ideias que dificulta a linha argumentativa; desenvolvimento pouco coeso. Intervenção precisa detalhar: agente (Ministério da Saúde), ação (campanhas), meio (plataformas digitais, escolas) e finalidade (informação científica confiável, combate à desinformação) com metas e prazo. Sugestões: reorganizar introdução, delimitar argumentos, cumprir a estrutura (introdução, desenvolvimento, conclusão) e simplificar frases longas. Ex.: “O Ministério da Saúde deve ampliar campanhas de vacinação por meio de plataformas digitais, escolas e mídia tradicional, com metas de reduzir fake news em 30% em 12 meses.”
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